A empresa relembra que ajuizou, em 16 de agosto de 2026, pedido de recuperação judicial e diz que está avaliando alternativas de renegociação de prazos de pagamento de dívidas.
A empresa também avalia mudanças no modelo de negócio e até uma nova recuperação extrajudicial ou judicial.
O anúncio foi realizado durante reunião na unidade da Agência do Trabalho, que funciona na Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Empresário afirma que investigação teve início após permitir encontros de oração entre funcionários; caso reacende debate sobre liberdade religiosa no ambiente corporativo.
O pedido foi apresentado à Justiça com base em entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que passou a reconhecer a possibilidade de requererem a falência.
O órgão já havia feito uma interdição cautelar do mesmo lote do produto em 20 de maio, antes de determinar a suspensão nesta segunda.
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