O anúncio foi realizado durante reunião na unidade da Agência do Trabalho, que funciona na Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Empresário afirma que investigação teve início após permitir encontros de oração entre funcionários; caso reacende debate sobre liberdade religiosa no ambiente corporativo.
O pedido foi apresentado à Justiça com base em entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que passou a reconhecer a possibilidade de requererem a falência.
O órgão já havia feito uma interdição cautelar do mesmo lote do produto em 20 de maio, antes de determinar a suspensão nesta segunda.
A investigação teve início em 2020, após a morte de um ex-dirigente da empresa, e avançou com a análise de documentos, celulares e registros financeiros apreendidos.
Segundo a agência, a medida foi adotada após a empresa apresentar laudos satisfatórios para todos os lotes de detergentes e desinfetantes produzidos este ano.
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