O morango do amor dominou as vitrines, mas o setor de confeitaria já aposta em novas estrelas. Sabores brasileiros, doces funcionais e releituras artesanais estão conquistando o público. Foto: Freepik
O doce viral morango do amor firmou o protagonismo nas vitrines das confeitarias brasileiras e nas redes sociais, e agora o setor de confeitaria já busca qual será a próxima estrela da mesa. Conforme relatam especialistas, os sinais apontam para uma combinação de fatores: valorização de ingredientes regionais, versões mais saudáveis e apresentações visuais criativas.
Empreendedores de pequenos negócios e confeiteiros artesanais observam que o mercado de doces segue em crescimento. Segundo levantamento, a área de confeitaria representa cerca de 12% da indústria alimentícia no Brasil, com forte interesse por inovações.
A partir desse contexto, é possível identificar ao menos três vetores de tendência que podem apontar o doce “do momento” seguinte.
O uso de insumos que remetem à biodiversidade brasileira aparece como diferencial. Frutas locais, castanhas, farinhas alternativas e sabores como pistache ou erva-mate têm ganhado força na confeitaria. Essa valorização atribui ao doce não somente sabor, mas também identidade, o que pode aumentar seu apelo junto ao público. Confeiteiros relatam que a clientela se interessa por saber de onde vêm os ingredientes e que “história” há por trás do preparo.
Outra direção é a de oferecer doces que atendam a novas exigências de consumo: menor teor de açúcar, ingredientes menos processados, versões veganas ou “fitness”. No cenário pós-pandemia, muitos consumidores buscam equilíbrio entre sabor e saúde, e isso abre espaço para sobremesas com apelo funcional sem abrir mão do prazer.
Além do sabor, a estética assume papel relevante. A confeitaria está apresentando doces com camadas, texturas contrastantes, formatos mini ou kits, e embalagens que chamam atenção nas redes sociais. Itens “instagramáveis” continuam favoráveis mas, segundo observações, talvez com menos exagero decorativo e mais apelo “artesanal” ou “natural”.
Diante desses vetores, alguns formatos despontam como prováveis candidatos para ganhar maior visibilidade:
Para o empreendedor ou confeiteiro que quiser surfar essa nova onda, algumas estratégias concretas se destacam: manter redes sociais ativas, postar imagens bem produzidas do doce, investir em embalagens atraentes, testar sabores regionais e considerar versões alternativas (sem glúten, sem lactose, menos açúcar). Essas práticas ajudam a diferenciar o produto e a atrair atenção num mercado competitivo.
No cenário brasileiro, onde o consumo de receitas doces continua em expansão e a inovação aparece com rapidez, o desafio não é apenas “qual será o doce do momento?”, mas sim “como transformar esse doce em uma experiência relevante para o cliente?”. E nesse sentido, a tendência indica que o próximo doce a assumir protagonismo deverá reunir sabor, história, estética e alguma nova proposta seja funcional, regional ou visualmente marcante.
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