Lua Cheia. Foto: Freepik
Os céus do Brasil prometem um espetáculo nesta quinta-feira, 10 de julho, com a chegada da chamada “Lua cheia do veado”. O fenômeno astronômico, visível em várias partes do país, pode ser observado a olho nu, principalmente no início da noite, logo após o pôr do sol.
O pico da fase cheia acontece por volta das 17h30 (horário de Brasília), mas o melhor momento para admirar a beleza do satélite natural será quando ele surgir no horizonte, com um tom alaranjado marcante.
O nome peculiar desse fenômeno tem origem nas tradições indígenas da América do Norte. Para esses povos, julho marca o período em que os veados machos, conhecidos como bucks, começam a desenvolver seus novos chifres. Por isso, deram a essa lua cheia o nome de "Buck Moon", traduzida para o português como "Lua cheia do veado".
Mas essa não é a única denominação. Povos antigos da Europa chamavam esse mesmo período de “Lua do trovão”, por ser comum a ocorrência de tempestades nessa época do ano no Hemisfério Norte. Já entre os celtas e anglo-saxões, o fenômeno era conhecido como “Lua das ervas” e “Lua do feno”, respectivamente, marcando a época ideal para colher plantas medicinais ou fazer a colheita de pastagens.
Para quem deseja acompanhar o espetáculo celeste, a dica é procurar um local com ampla visibilidade do céu e longe de fontes de luz artificial. Não é necessário o uso de telescópios, mas binóculos simples podem ajudar a ver detalhes da superfície da Lua, como suas manchas escuras.
Como se trata de um evento astronômico com grande apelo visual, o pôr do sol combinado com a lua surgindo no horizonte oferece uma experiência ainda mais impactante. O tom alaranjado da Lua nessa fase ocorre por conta da refração da luz solar na atmosfera terrestre, tornando a paisagem ainda mais encantadora.
Outro fato curioso é que esta será a Lua cheia mais distante do Sol em 2025. Isso acontece porque o fenômeno ocorre poucos dias após o afélio, momento em que a Terra está no ponto mais distante da sua órbita em relação ao Sol. Essa configuração celeste, apesar de não alterar significativamente a aparência da Lua, é um dado relevante para os estudiosos da astronomia.
Além da Lua cheia do veado, 2025 reserva outros fenômenos para quem gosta de olhar para o céu. Entre os eventos mais esperados, estão os eclipses lunares e solares. O eclipse lunar total de março já foi visível em todo o país, enquanto o próximo, marcado para setembro, não será visto do Brasil. Já os eclipses solares, previstos para março e setembro, são parciais e também não poderão ser observados por aqui.
Outro destaque são as superluas. Em 2025, os astrônomos preveem três eventos desse tipo:
Essas superluas ocorrem quando a Lua cheia coincide com o perigeu, ponto mais próximo da Terra em sua órbita, e aparecem até 14% maiores e 30% mais brilhantes do que o normal. A “Lua cheia do veado” abre esse ciclo de encantamento celeste do segundo semestre, oferecendo aos brasileiros mais uma oportunidade de se conectar com a grandiosidade do universo.
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