Prato de bacalhau preparado para as festas de fim de ano, tradição presente nas mesas brasileiras. Foto: Freepik
A ceia de Natal chega a este fim de ano com mudanças importantes nos preços dos alimentos mais tradicionais da mesa brasileira. Consumidores já percebem essa variação nos supermercados, e um levantamento recente da VR confirma esse cenário. O estudo aponta que o preço do bacalhau registrou a maior alta no período, com aumento de cerca de 85% entre novembro de 2024 e o mesmo mês de 2025. A variação chama atenção porque afeta diretamente um dos itens mais queridos das festas, especialmente em famílias que mantêm tradições culinárias de longa data.
O relatório mostra que, enquanto o bacalhau pesa mais no bolso neste Natal, outros produtos ajudam a equilibrar os gastos. É o caso do tender e do pernil, que tiveram queda de preço no mesmo período. A redução traz algum alívio para quem busca manter uma mesa farta sem estourar o orçamento. Muitos consumidores relatam que passaram a olhar com mais cuidado as ofertas da semana, buscando alternativas que permitam manter o sabor das comemorações sem abrir mão da economia.
Os supermercados também observam mudanças no comportamento de compra. Os consumidores adotam estratégias como dividir as compras entre diferentes estabelecimentos e apostar em substituições simples. Quem costuma comprar bacalhau, por exemplo, avalia versões mais acessíveis, cortes menores ou pratos alternativos que mantêm o clima da celebração. Já o tender e o pernil, por estarem com preços mais convidativos, acabam ganhando destaque entre as escolhas deste ano.
O levantamento da VR reforça que o movimento de alta e baixa reflete dinâmicas presentes ao longo do ano, mas que ficam mais evidentes quando as datas festivas se aproximam. O bacalhau, por ser importado, sofre com variações cambiais e com custos logísticos, fatores que ajudam a explicar sua escalada de preço. Já os cortes suínos, como o pernil e o tender, vivem um período de maior estabilidade, o que torna possível a redução encontrada pelos consumidores.
A expectativa para as próximas semanas é que o movimento continue influenciando as decisões das famílias. Quem organiza a ceia busca adaptar receitas, planejar compras com antecedência e avaliar o que realmente cabe no orçamento. A mudança no preço dos produtos acaba influenciando não apenas o cardápio, mas também o clima da preparação, que envolve afeto, tradição e muita expectativa.
Mesmo com as altas e baixas, o hábito de reunir a família em torno da mesa permanece firme. Os consumidores ajustam escolhas, mas mantêm o desejo de celebrar o fim de ano com pratos que carregam memórias, significados e histórias que atravessam gerações. As variações de preço fazem parte do planejamento, mas não tiram o brilho das celebrações.
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O fato ganhou destaque em relatos históricos e passou a aparecer com frequência quando se tenta explicar a origem do medo coletivo ligado à data.
A leitura sugere menos impulsividade e mais planejamento, com destaque para conversas diretas e busca por estabilidade emocional.
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