Jason Fauntleroy. Imagem gerada por IA
O que começou como um investimento imobiliário comum em 2021 transformou-se em um dos casos jurídicos mais comentados de 2025. Em primeiro lugar, Jason Fauntleroy arrematou um terreno em um leilão do Xerife por US$ 5 mil, mas o documento oficial de posse veio com um "bônus" inesperado: a rua inteira onde ficam outras cinco casas. De fato, não se trata de uma confusão do comprador, mas de uma falha da prefeitura de Trenton ao leiloar uma área que deveria ser de uso comum.
Agora, a cidade de Trenton iniciou um processo de "domínio eminente" para transformar a via privada em pública novamente. Além disso, o ponto central do conflito é financeiro. Nesse sentido, conforme informações do portal Moneywise, a prefeitura ofereceu uma compensação baseada apenas no valor do lote vazio, ignorando que Jason é o proprietário legal de todo o asfalto e infraestrutura da rua. O dono afirma que as autoridades bloquearam suas ligações para evitar uma negociação justa.
Enquanto a justiça não decide o valor da indenização, Jason carrega o fardo de ser o "zelador" da via. Dessa forma, por ser uma rua privada sob sua posse, ele é o responsável legal por qualquer manutenção, reparo de buracos ou incidentes que ocorram no local. Conforme o portal The Root, os vizinhos estão apreensivos, pois a falta de manutenção pública pode desvalorizar seus imóveis, enquanto Jason se recusa a arcar com os custos de algo que a cidade quer tomar de volta.
A defesa de Fauntleroy baseia-se na Quinta Emenda, que exige "justa compensação" para propriedades tomadas pelo governo. Contudo, a prefeitura alega que houve um erro sistêmico no leilão e que a via nunca deveria ter sido vendida como lote privado. De acordo com o jornal The Independent, o caso serve como um alerta para investidores de leilões, mostrando que registros imobiliários antigos de associações de moradores podem esconder armadilhas — ou oportunidades de lucro — inesperadas.
A expectativa é que a cidade seja forçada a realizar uma nova avaliação técnica que inclua a metragem total da rua. Portanto, o que estamos vendo é uma queda de braço onde o cidadão comum exige transparência do poder público. De acordo com o site Face2Face Africa, Jason não quer impedir o acesso dos vizinhos, mas apenas receber o que a lei de Ohio garante a qualquer proprietário de terras desapropriadas. O "dono da rua" segue firme na sua batalha por respeito e honestidade. Bom, já estamos em Janeiro de 2026, e parece que ainda vai rolar muita poeira em cima desse asfalto, pois a prefeitura e a defesa de Jason ainda não chegaram a um acordo que seja aprazível para ambos.
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