Entrevista concedida ao programa Cidade Alerta, da TV Guararapes Foto: Youtube/Cidade Alerta, da TV Guararapes
Quatro anos após o assassinato de Alberissom Carlos, ex-presidente da Associação dos Cabos e Soldados de Pernambuco, a família ainda aguarda respostas sobre o crime ocorrido no Recife. Em entrevista concedida ao programa Cidade Alerta, da TV Guararapes, a viúva Verônica voltou a cobrar esclarecimentos públicos sobre a investigação. A conversa foi conduzida pelo apresentador André Stanislau.
Durante a entrevista, Verônica afirmou que a família não recebeu, até hoje, uma explicação concreta sobre a motivação e a autoria do crime.
Alberissom Carlos era presidente da Associação dos Cabos e Soldados, entidade representativa de policiais e bombeiros militares no estado. De acordo com familiares, ele era reconhecido pela atuação em defesa do aparelhamento das forças de segurança e por pautas voltadas à valorização da categoria. Para a esposa, o trabalho desenvolvido por ele também beneficiava diretamente a sociedade.
“Ele sempre lutou pela polícia e pela sociedade. Quando se busca melhores condições de trabalho para o policial, também se está protegendo a população”, afirmou Verônica ao programa. Segundo ela, a morte foi inesperada e até hoje não há uma explicação clara sobre o caso.
O assassinato de Alberissom Carlos ocorreu há quatro anos, no Recife, e desde então o caso permanece sem uma conclusão pública definitiva. A família relata que, apesar do tempo transcorrido, não recebeu informações objetivas que esclareçam o crime.
Verônica descreveu o episódio como uma “morte muito drástica” e disse que a ausência de respostas prolonga o sofrimento. “A gente não tem explicação. Ele era uma pessoa querida por vizinhos, colegas de trabalho e pela própria polícia”, declarou durante a entrevista.
Ao relembrar os quatro anos do assassinato de Alberissom Carlos, a família reforça que não busca privilégios, mas sim prioridade e transparência na apuração. “Não é porque ele foi presidente de associação que é melhor que outras pessoas, mas ele representava policiais e bombeiros que trabalham diariamente pela sociedade. Isso precisa ser respeitado”, afirmou Verônica.
Para a viúva, a sensação é de abandono institucional. Ela classificou a condução do caso como um desrespeito e afirmou que o processo estaria “arquivado e caído no descaso”.
A família segue mobilizada e pede que as autoridades deem uma resposta definitiva sobre o assassinato de Alberissom Carlos. Quatro anos depois, o apelo continua sendo por justiça e esclarecimento, enquanto o caso permanece como uma ferida aberta para familiares, amigos e integrantes das forças de segurança em Pernambuco.
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