Em nota, o advogado de Thiago, Roberto Podval, classificou a decisão como a "maior injustiça" de sua carreira e afirmou que a sentença gera "uma insegurança jurídica enorme".
Thiago Brennand e estudante de medicina abusada. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O empresário Thiago Brennand foi condenado pela Justiça de São Paulo a oito anos de prisão em regime fechado pelo estupro de uma estudante de medicina. Esta é a segunda condenação do réu por crimes de violência sexual.
De acordo com a decisão da 30ª Vara Criminal da Capital, além da pena de prisão, Brennand deverá pagar indenização por danos morais de R$ 200 mil. O processo tramita sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação de detalhes adicionais.
Em nota, o advogado do empresário, Roberto Podval, classificou a decisão como a “maior injustiça” de sua carreira e afirmou que a sentença gera “uma insegurança jurídica enorme”, sustentando que o tribunal teria se baseado apenas na palavra da vítima. A defesa já anunciou que irá recorrer.
Nas redes sociais, a vítima celebrou a condenação:
“A Justiça sendo feita”.
A Justiça de São Paulo reduziu a pena do empresário Thiago Brennand, condenado por estupro cometido em 2016, de 10 anos e 6 meses para 8 anos e 2 meses de prisão em regime fechado. Além da pena, Brennand foi condenado a pagar R$ 100 mil de indenização à vítima.
Segundo o processo, o empresário também foi acusado de filmar os abusos e ameaçar divulgar os vídeos na internet.
Em setembro de 2024, Brennand havia sido condenado em primeira instância, mas tanto a defesa quanto a acusação recorreram.
Os recursos foram analisados pela Vara do Foro Central Criminal de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de São Paulo, em julgamento que contou com os desembargadores Moreira da Silva, Marcelo Gordo e Xisto Albarelli Rangel Neto.
Atualmente, o empresário está preso na Penitenciária II de Tremembé, no interior paulista, conhecida como a “penitenciária dos famosos”.
Em nota, o advogado Roberto Podval, responsável pela defesa, declarou que "nos dias de hoje, a redução de pena em crime sexual já é uma vitória. Acredito que nos tribunais superiores seja possível absolvê-lo. A violência contra mulher é tão abominável quanto a condenação de um inocente".
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