Viaturas da Polícia Civil de Pernambuco. Foto: Divulgação
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 26 de junho, a Operação Impostor, voltada ao combate de uma associação criminosa suspeita de falsificar documentos públicos. Ao todo, foram cumpridos um mandado de prisão, 10 mandados de busca e apreensão e uma medida cautelar de suspensão do exercício da função pública.
Os mandados foram expedidos pela Comarca de Sirinhaém e executados em oito cidades: Sirinhaém, Paulista, Garanhuns, Jaboatão dos Guararapes, Vitória de Santo Antão e Altinho, em Pernambuco; João Pessoa, na Paraíba; e Goiânia, em Goiás.
As investigações começaram em maio de 2024 e contaram com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL), do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD) e do Setor de Inteligência da Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco (SIP/SR/PF/PE).
A operação também teve suporte da Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) de Pernambuco e das Polícias Civis da Paraíba e de Goiás. Ao todo, 50 policiais civis participaram da ação, entre delegados, agentes e escrivães.
Esta é a 35ª Operação de Repressão Qualificada realizada pela corporação em 2025.
Na quarta-feira, 25 de junho, a Polícia Civil de Pernambuco cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do médico Seráfico Pereira Cabral Junior, de 55 anos, namorado da advogada Maria Eduarda Carvalho de Medeiros, de 38 anos, que morreu em um naufrágio ocorrido na tarde do sábado, 21, entre Muro Alto e Suape, no Litoral Sul do estado.
Durante a operação, foram apreendidos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos pertencentes ao médico, que morava no bairro da Jaqueira, na Zona Norte do Recife.
O corpo de Maria Eduarda foi encontrado na manhã da própria terça-feira (24), na praia de Calhetas, no Cabo de Santo Agostinho. A cadela da vítima, que também estava na embarcação, segue desaparecida.
A investigação, conduzida pela Delegacia do Cabo de Santo Agostinho, apura a suspeita de que Seráfico não possuía habilitação para conduzir a embarcação. Além disso, o veleiro em que o casal estava não contava com coletes salva-vidas, o que pode caracterizar negligência.
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De acordo com a defesa da vítima, o profissional acompanhava integrantes da torcida no momento da abordagem policial.
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