Jornalista Caíque Verli. Foto: Divulgação
O jornalista Caíque Verli, repórter da TV Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo, morreu aos 33 anos nesta quinta-feira, 23 de julho, em Vitória. Ele foi encontrado sem vida no apartamento onde morava sozinho. As primeiras informações divulgadas pelas autoridades indicam que não há sinais de violência ou participação de terceiros, embora a causa da morte ainda dependa da conclusão dos exames periciais.
O caso mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Civil durante a manhã. Amigos do jornalista acionaram o socorro após encontrá-lo no imóvel. Quando a equipe médica chegou ao local, constatou o óbito.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, os primeiros levantamentos realizados no apartamento não identificaram indícios de crime. A corporação informou que equipes analisaram imagens de câmeras de segurança da região e ouviram testemunhas para esclarecer as circunstâncias da morte.
De acordo com a polícia, as diligências iniciais apontam que o falecimento pode ter ocorrido em decorrência de questões de saúde. Até o momento, os investigadores não encontraram elementos que indiquem agressão, violência ou qualquer participação de outras pessoas no caso.
"É com profundo pesar que a Rede Gazeta comunica o falecimento do jornalista e repórter Caique Verli. A família de Caíque já foi informada e está sendo acompanhada pela empresa em Minas Gerais, onde reside.
Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de profissão, a quem desejamos força e conforto.
Caique deixa um legado de dedicação e comprometimento com o jornalismo, e será lembrado com carinho e admiração por todos que tiveram o privilégio de conviver e trabalhar ao seu lado.
As causas do óbito estão sendo apuradas pela Polícia Civil do Espírito Santo. Informações sobre velório e sepultamento serão comunicadas oportunamente."
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Equipamentos foram recolhidos em três bairros durante a Operação Ponto Cego. Uma das câmeras é avaliada em cerca de R$ 7 mil.
A agenda reúne apresentações de palhaços, visitas de super-heróis, sessões de cinema, contação de histórias, música e brincadeiras.
Entre os equipamentos recolhidos, estava uma câmera de alta tecnologia avaliada em aproximadamente R$ 7 mil.
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