Oruam em ensaio fotográfico. Foto: Dazed/Pedro Napolinário
A equipe de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, anunciou a versão deluxe do álbum intitulado "Liberdade". A coleção de músicas do rapper será lançada na quinta-feira, 31 de julho, mesmo com o cantor na prisão desde a última terça (22).
Cercado por câmeras, microfones e jornalistas na capa do álbum, criada pelo artista Igor Vargas, "Liberdade Deluxe", contará com 12 faixas, sendo uma delas, de cunho gospel.
Veja algumas das músicas presentes no álbum
"Ó, Deus. Eu sei que está aí, sentado no seu trono, e os anjos todos cantam: 'Santo, santo'", diz um trecho da música "Salmo 121".
O rapper Oruam, nome artístico do cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, se entregou na última terça-feira, 22 de julho, à polícia no Rio de Janeiro. O cantor se apresentou na Cidade da Polícia, no Jacarezinho, acompanhado da mãe e da namorada.
O cantor teve a prisão decretada pela Justiça pelos crimes de resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma que o rapper é investigado também por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
A decisão foi dada após um ataque a policiais civis que tentavam apreender um adolescente na casa do cantor, na vila do Joá, na zona oste do Rio.
A defesa do cantor afirma que não foram encontradas drogas ou produtos ilícitos durante as buscas realizadas na casa de Oruam, na madrugada da terça. Segundo a defesa, a resistência aconteceu devido a abuso de autoridade por parte dos policiais.
A ordem de prisão emitida pela juíza Ane Cristine Scheele Santos, faz menção explícita ao artigo 129, parágrafo 12, do Código Penal, que trata das lesões corporais.
Oruam é acusado de atirar pedras contra um policial que resultou em ferimentos. O próprio Oruam admitiu o ato, alegando que atirou pedras porque os policiais apontaram armas contra ele e os amigos.
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Recurso tenta derrubar decisão que manteve marca ligada ao tradicional bloco carnavalesco.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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