Influenciador MauMau com carro. Foto: Reprodução
O influenciador Maurício Martins Júnior, conhecido como MauMau nas redes sociais, foi solto pela Justiça após passar uma audiência de custódia na tarde desta sexta-feira, 8 de agosto. A Polícia Civil do Rio de Janeiro o prendeu em São Paulo, durante uma operação que investiga a promoção de jogos de azar, como o popular "jogo do tigrinho".
Segundo as autoridades, MauMau foi detido em flagrante por porte ilegal de uma pistola calibre 38 com numeração raspada, considerada arma de uso restrito. A ação faz parte de uma investigação mais ampla sobre a atuação de uma suposta organização criminosa envolvida com jogos ilegais, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras.
A operação da teve um alcance nacional. De acordo com a Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), os agentes cumpriram 31 mandados de busca e apreensão. As diligências ocorreram em endereços no Rio de Janeiro, na capital paulista e em cidades de Minas Gerais.
O delegado Renan Mello, responsável pela investigação, afirmou que os mandados tinham como alvos influenciadores, operadores financeiros e empresas que estariam servindo como fachada para movimentações suspeitas. A Polícia também cumpriu medidas contra um suposto captador que atuava dentro do esquema.
Durante a investigação, os policiais identificaram que diversos influenciadores usavam seus perfis para divulgar o jogo do tigrinho e outras plataformas de apostas online. Essas atividades, apesar de apresentadas como ações de marketing, violam a legislação brasileira, já que os jogos em questão não possuem autorização para operar no país.
As publicações prometiam lucros rápidos e atraíam seguidores com depoimentos e demonstrações de ganhos expressivos. A Polícia afirma que os conteúdos eram produzidos com aparência profissional, o que reforçava a sensação de legalidade entre o público.
MauMau ZK, que possui milhares de seguidores nas redes sociais, era um dos principais alvos da operação. O influenciador teria usado sua visibilidade para promover jogos considerados ilegais e também mantinha um estilo de vida de luxo, que incluía viagens, roupas de grife e veículos caros.
Durante a prisão, os agentes encontraram a pistola com numeração raspada, o que levou à detenção imediata por porte ilegal de arma. A Polícia investiga agora se há ligação direta entre o armamento e a atividade do grupo investigado.
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Recurso tenta derrubar decisão que manteve marca ligada ao tradicional bloco carnavalesco.
Familiares afirmam que a garota havia saído de casa acompanhada do pai com a intenção de ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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