Menina que a mãe matou e delegacia. Fotos: Reprodução
Uma mãe de 31 anos foi presa em flagrante na terça-feira, 1º de julho, após matar a própria filha, de 7 anos, em Leopoldina, na Zona da Mata de Minas Gerais. Segundo a Polícia Militar, ela confessou ter dopado a menina com um ansiolítico, em seguida a asfixiou e depois a esfaqueou no peito e nos pulsos.
A criança chegou a ser socorrida pelo avô e levada para a Casa de Caridade Leopoldinense, mas não resistiu aos ferimentos. A mãe também foi encaminhada ao hospital após tentar tirar a própria vida e ficou internada sob escolta policial. Depois da alta médica, foi transferida para o presídio de Leopoldina.
De acordo com a Polícia Militar, o pai da menina, que é ex-companheiro da mulher, procurou os policiais por volta das 7h, após receber uma mensagem em que ela ameaçava tirar a vida da filha. Quando a viatura chegou ao local, o crime já havia sido cometido.
Segundo relato do pai à PM, em outra ocasião, a mulher chegou a pedir para a filha dizer que “iria para o mundo de Neves”, mas não explicou o que a frase significava. Testemunhas informaram ainda que, após o crime, a mulher publicou mensagens de despedida nas redes sociais.
A motivação, conforme apontam as investigações preliminares, teria sido a não aceitação do fim do relacionamento com o pai da criança.
Foram apreendidos no local a faca usada no crime, o aparelho celular da suspeita, embalagens de medicamentos e uma carta escrita por ela. Todo o material foi encaminhado para perícia.
O local do crime foi isolado até a chegada da Guarda Civil Municipal, da Polícia Militar e da perícia técnica. O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Leopoldina.
A Polícia Civil vai conduzir as investigações do caso.
O bebê de Simary Rayane da Silva, de 27 anos, acusada de matar a filha de 10 meses com veneno e esconder o corpo no freezer por cerca de um mês, foi entregue à família materna na última semana. A informação foi confirmada ao Portal de Prefeitura por uma fonte próxima à família.
A criança, que nasceu enquanto a mãe já estava presa, deixou a unidade prisional após completar cerca de seis meses de vida, conforme previsto na legislação.
Segundo informações divulgadas por pessoas próximas à acusada ao site Portal de Prefeitura, Simary deu à luz poucos dias antes do Natal de 2023, após ser levada a uma unidade hospitalar.
Após o parto, retornou à Colônia Penal Feminina do Bom Pastor, localizada no bairro do Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife. A mulher, que já tem outro filho mais velho, passou por procedimento de ligadura tubária.
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Familiares afirmam que a garota havia saído de casa acompanhada do pai com a intenção de ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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