Líder dos motociclistas que trabalham por aplicativo, Antero Ferreira. Foto: Reprodução / TV Jornal
O líder dos motociclistas que trabalham por aplicativo, Antero Ferreira, conhecido como “99”, criticou a baixa adesão de colegas ao protesto realizado na manhã desta sexta-feira, 27 de março, na Avenida Agamenon Magalhães, no Recife. A mobilização ocupou trechos da via e provocou lentidão no trânsito nas primeiras horas do dia.
Durante a manifestação, Antero afirmou que parte dos profissionais preferiu continuar rodando pela cidade enquanto outros participaram do ato.
“Se aproveitam que vários estão parados no protesto para fazer dinheiro”, declarou o líder ao comentar a falta de adesão ao movimento.
Os motociclistas que participaram do protesto defendem melhores condições de trabalho. A categoria aponta a remuneração como uma das principais queixas. Os trabalhadores relatam que os valores pagos pelas plataformas não acompanham os custos diários da atividade, como combustível, manutenção das motos e despesas pessoais.
A escolha da Avenida Agamenon Magalhães para a mobilização aumentou a visibilidade do ato. A via concentra grande fluxo de veículos no início da manhã e liga diferentes áreas do Recife. A presença do grupo na pista alterou a rotina de quem precisava passar pelo corredor viário para chegar ao trabalho, à escola ou a compromissos pessoais.
Enquanto parte dos motociclistas interrompeu as atividades para participar do protesto, outros continuaram atendendo corridas normalmente. Essa divisão entre os próprios trabalhadores gerou críticas dentro da categoria. Antero destacou que o movimento precisa de união para ganhar força e pressionar por mudanças.
Os profissionais relatam que enfrentam dificuldades crescentes na rotina. Eles afirmam que arcam sozinhos com os custos da atividade e que a conta não fecha no fim do mês. Combustível, troca de peças, pneus, revisões e alimentação fazem parte da lista de gastos citados pelos motociclistas.
O líder do movimento reforçou que a mobilização busca atenção para a realidade enfrentada por quem depende do aplicativo como principal fonte de renda. Ele ressaltou que muitos trabalhadores passam horas na rua para garantir o sustento da família.
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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso, realizado na quinta-feira, 26 de março. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 40 milhões.
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