Acarajé, comida típica da Bahia. Foto: Murilo Durães / Divulgação
Uma garota de 19 anos, identificada como Ana Beatriz de Araújo Rodrigues, morreu após comer um acarajé e passar mal. O caso ocorreu na última quinta-feira, 9 de outubro, no município de Senhor do Bonfim, localizado no norte da Bahia.
A Polícia Civil baiana (PCBA) confirmou as informações. A vítima foi atendida em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.
De acordo com informações preliminares, a jovem estava em casa quando passou mal depois de consumir o prato. Porém, mesmo sendo socorrida, a menina não resistiu. As investigações irão esclarecer a causa da morte.
A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) está investigando um duplo homicídio por envenenamento que vitimou uma mulher de 52 anos e sua filha, de 22, na região do Ipiranga, zona sul da capital. O caso ocorreu em junho deste ano, após as duas consumirem um bolo durante uma confraternização familiar.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), uma das vítimas chegou a ser socorrida, mas morreu ainda no local. A segunda mulher foi hospitalizada e permaneceu internada por mais de um mês, vindo a falecer no dia 29 de julho.
Exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) foram solicitados para identificar a causa exata das mortes, inicialmente registradas como morte suspeita no 16º Distrito Policial, em Vila Clementino.
O caso está sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura a hipótese de envenenamento proposital. Na última quarta-feira, 8 de outubro, agentes da unidade cumpriram mandados de busca e apreensão relacionados ao crime.
A SSP confirmou que parentes das vítimas estão entre os suspeitos, mas não divulgou detalhes sobre as identidades nem sobre o possível motivo do crime. As diligências continuam em andamento.
Ana Paula Veloso, envolvida na morte de um idoso, envenenado com uma feijoada misturada a chumbinho, confessou à polícia que, antes de assassinar o homem, “testou” o efeito do veneno em dez cachorros. Segundo as investigações, a mulher foi contratada pela filha de Neil Corrêa da Silva, de 65 anos, para cometer o crime.
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Familiares afirmam que a garota havia saído de casa acompanhada do pai com a intenção de ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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