Geovana Stefany, jovem de 19 anos morta pelo companheiro. Foto: Polícia Civil/Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCESP) procura Juan Gustavo Nelson Ascenço da Silva, de 18 anos, suspeito de atirar e assassinar a companheira Geovana Stefany Trajano Silva, de 19, com um tiro na nuca. O crime ocorreu na quarta-feira, 18 de fevereiro, em São Fernando, bairro de Itanhaém, no Litoral Sul de São Paulo, e a filha de oito meses da vítima presenciou o momento.
Parentes da jovem informaram à corporação que o relacionamento do casal era conturbado com episódios de ciúmes e violência. Relatos dos familiares afirmam que um dia antes do homicídio, Geovana disse ter sido agredida pelo companheiro após ter aceitado um copo de bebida alcoólica de um dos irmãos dele.
O boletim de ocorrência aponta que irmãos do suspeito estiveram na casa logo após o disparo. Um deles relatou que estava em um bar nas proximidades quando ouviu o tiro, seguido pelo choro da bebê. Ao entrar no imóvel, encontrou a criança sobre a cama e a vítima caída no chão do quarto.
Outro familiar afirmou, em depoimento, que foi avisado sobre o ocorrido e encontrou a cunhada ensanguentada e desacordada.
Ainda conforme o registro policial, Juan permaneceu no local até a chegada de parentes, mas fugiu antes da chegada do socorro médico.
O sepultamento da jovem está previsto para esta sexta-feira (20).
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Juan é procurado pelas forças de segurança por suspeita de matar a companheira. Uma espingarda artesanal foi encontrada no local do crime.
Um vídeo gravado pela própria vítima levou a Polícia Civil de Goiás a concluir que a corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, teve a morte premeditada pelo síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 49. As imagens do celular da corretora, recuperada em uma caixa de esgoto 41 dias após o assassinato, mostram o momento em que ela foi atacada no subsolo do prédio, em Caldas Novas, interior do Estado. A polícia concluiu que Daiane foi vítima de uma emboscada e morta com dois tiros na cabeça. O síndico está preso.
O escritório Nestor Távora e Laudelina Inácio Advocacia Associada, que representa Cleber, afirmou que a defesa técnica ainda não obteve acesso à integralidade dos documentos recentemente inseridos na investigação, sobretudo ao relatório final policial, e só se manifestará após a análise de todo o seu conteúdo.
Após a prisão de Cleber, a polícia conseguiu recuperar o telefone celular dela e extrair o conteúdo com os últimos momentos da vida de Daiane.
"O vídeo demonstra de forma clara como o crime foi praticado, mediante emboscada premeditada", diz o delegado André Luiz Barbosa, em entrevista coletiva, na quinta-feira, 19.
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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e, junto dos bombeiros, atenderam, ao menos, seis pessoas durante o combate às chamas.
Ambos foram arremessados da moto para a pista, onde foram atropelados por outra caminhonete que trafegava pela rodovia.
Concurso realizado em São Paulo não teve ganhador com sete acertos e distribuiu prêmios em várias faixas.
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