Traficante do TCP e jovem que morreu. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A jovem Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, foi brutalmente espancada até a morte na madrugada do domingo, 17 de agosto, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
De acordo com testemunhas, Sther teria se recusado a sair de um baile funk, realizado na comunidade da Coreia, acompanhada de um traficante.
Familiares relataram que a jovem foi deixada já desfigurada pelas agressões na porta de casa. Eles ainda tentaram socorrê-la, levando-a ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas ela já chegou sem vida.
O principal suspeito do crime é Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, apontado como chefe do tráfico no Muquiço, em Guadalupe, área dominada pela mesma facção criminosa, o Terceiro Comando Puro (TCP). Antes de morar na Vila Aliança, Sther e a família chegaram a residir no Muquiço.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
A noite do dia 14 de agosto, terminou com a confirmação da morte de Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, conhecida como “Diaba Loira”. O corpo foi encontrado enrolado em um lençol, com marcas de tiros na cabeça e no tórax, na Rua Cametá, em Cascadura, Zona Norte do Rio. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o crime.
Natural de Santa Catarina, Eweline ganhou notoriedade ao exibir armamento pesado, como fuzis e pistolas, nas redes sociais. Segundo investigações, ela começou a se envolver no tráfico em 2022, após sofrer uma tentativa de feminicídio cometida pelo ex-companheiro. Na ocasião, teve o pulmão perfurado e precisou passar por cirurgia.
Recuperada dos ferimentos, mudou-se para o Rio de Janeiro e se aproximou do Comando Vermelho (CV), que atua no tráfico de drogas na Gardênia Azul, Zona Oeste. Em 2023, foi flagrada transportando sete quilos de cocaína e, em junho de 2024, apareceu em vídeos atirando contra policiais militares durante uma operação.
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Familiares afirmam que a garota havia saído de casa acompanhada do pai com a intenção de ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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