Hytalo Santos, denunciado e youtuber Felca. Fotos: Divulgação. Arte: Portal de Prefeitura
O juiz Adhailton Lacet Correia, da 1ª Vara da Infância e Juventude de João Pessoa, autorizou, nesta quarta-feira, 13 de agosto, uma operação de busca e apreensão no endereço do influenciador paraibano Hytalo Santos. A decisão, assinada pelo magistrado, determinou que os celulares, computadores e todos os equipamentos usados nas produções dos conteúdos, sejam recolhidos e investigados. A decisão atende m pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB).
A Justiça da Paraíba determinou na terça-feira, 12 de agosto, a suspensão dos perfis do influenciador Hytalo Santos nas redes sociais. A medida também interrompe a monetização dos canais e o proíbe de ter contato com menores de idade.
A decisão foi motivada por uma ação protocolada pelo Ministério Público após o influenciador Felca denunciar perfis que usam crianças e adolescentes para promover a adultização infantil.
Além das medidas cautelares, Hytalo Santos também é investigado pela exposição de adolescentes a conteúdos com conotação sexual.
Após a repercussão do caso, o Congresso Nacional se mobilizou para aprovar medidas contra a exposição de menores.
Mais cedo, a Câmara dos Deputados decidiu criar um grupo de trabalho destinado a elaborar um projeto de lei (PL) para combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais.
Um dos textos sugeridos como base para o novo texto é o PL 2.628 de 2022, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
O projeto exige que as empresas de redes sociais criem mecanismos para evitar conteúdos com erotização de crianças. O texto prevê multas para as plataformas de até 10% do faturamento da companhia em caso de descumprir o que determina a legislação.
O influenciador paraibano Hytalo Santos é alvo de investigação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) por suposta exploração e adultização de adolescentes, após denúncia feita pelo humorista Felca nas redes sociais.
Segundo informações do g1, o órgão apura se Hytalo oferecia celulares, pagava aluguel de casas e mensalidades escolares para familiares de menores que participavam de seus vídeos e "reality shows" na internet.
De acordo com o promotor João Arlindo Côrrea, existe a suspeita de que esses benefícios pudessem estar relacionados à emancipação de adolescentes, permitindo sua participação nas gravações.
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Os sindicalistas então iniciaram um protesto em frente da Câmara Municipal, na rua Princesa Isabel, localizada no centro da capital pernambucana, bloqueando o trânsito.
Câmeras de segurança instaladas no interior do imóvel registraram o momento do crime. Um suspeito chegou a ser localizado e detido.
O ato ocorre após o prefeito João Campos (PSB) propor à categoria um reajuste salarial abaixo da inflação, além de não aumentar o vale-alimentação.
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