Pessoa com mão em porta de vidro. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Um homem de 40 anos foi detido na manhã da segunda-feira, 17 de novembro, durante uma operação integrada das polícias Civil e Militar no Engenho Gravatá, zona rural de Água Preta, na Mata Sul de Pernambuco. Ele é investigado por suspeita de ter violentado sexualmente a própria filha, uma adolescente, durante períodos de visita autorizados pela Justiça.
A captura ocorreu por volta das 11h30, depois que as equipes localizaram o suspeito e cumpriram o mandado de prisão temporária expedido pela 1ª Vara da Comarca de Água Preta. A decisão determina um encarceramento inicial de 30 dias, podendo ser estendido caso a investigação necessite.
Na decisão que ordenou a prisão, o magistrado destaca que a medida é necessária para evitar interferências no andamento das apurações e garantir a preservação das provas.
A Polícia Militar (PMPE) informou, por meio de nota, que a ação foi realizada por policiais do 10º Batalhão.
Após ser capturado, o homem foi levado à Delegacia de Água Preta para procedimentos de praxe e, posteriormente, encaminhado ao Presídio Rorenildo da Rocha Leão, em Palmares, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 27ª Delegacia de Polícia, deflagrou na tarde do dia 28 de outubro, a Operação Falso Profeta, que resultou no cumprimento de mandado de prisão preventiva contra um pastor, acusado de praticar diversos crimes sexuais e de violência física contra os próprios filhos e enteados.
A prisão é resultado de uma investigação conduzida pela SAM/P27, que apurou que o investigado, consagrado como pastor de uma igreja em Santo Antônio do Descoberto (GO), teria cometido estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal) contra suas filhas (que tinham entre 6 e 7 anos na época dos fatos).
O silêncio das vítimas foi rompido após uma das filhas ser abordada por uma conselheira tutelar do Recanto das Emas, que a encorajou a denunciar os abusos sofridos. As vítimas relataram medo de represálias, falta de conhecimento sobre seus direitos e pressão de familiares paternos para que permanecessem em silêncio.
Os crimes ocorreram reiteradamente entre 2010 e março de 2018, na residência da família, localizada no Setor Habitacional Água Quente, no Recanto das Emas (DF). As investigações apontam que o autor também teria abusado sexualmente de seus enteados (que tinham entre 6 e 7 anos na época dos fatos) e W.P.S.(que tinham entre 6 e 7 anos na época dos fatos), no mesmo período.
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Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
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