Placa na entrada da rua deixada pela gestão João Campos. Foto: Reprodução/TV Guararapes
Moradores da Rua Francisco Vita, no bairro do Cordeiro, situada na Zona Oeste do Recife, denunciam uma obra de pavimentação e drenagem inacabada da gestão João Campos, deixando a localidade com buracos, grande acúmulo de água após chuvas, lama, mato e calçadas intransitáveis, por estarem quebradas.
Na entrada da rua, há uma placa da prefeitura que informa:
Ou seja, as obras deveriam ter acabado em dezembro do ano passado. Com isso, habitantes e veículos que passam pelo local enfrentam problemas como infestação de insetos: cobras, escorpiões, gambás e mosquitos, devido a junção da água poluída e a sujeira acumulada.
A Secretaria de Saneamento do Recife esclarece que a obra na Rua Francisco Vita é para implantação do sistema de esgotamento sanitário do Cordeiro. De acordo com a gestão, nesta semana, as intervenções serão iniciadas para recuperação na rede de drenagem do local.
Por outro lado, a Compesa informa que só após a conclusão da obra e a transferência formal da operação, a companhia assumirá a responsabilidade pela manutenção da rede de atendimento às demandas de esgotamento sanitário na rua.
O Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere), afirma que o prefeito do Recife, João Campos (PSB), está tentando realizar uma manobra na Câmara Municipal para pagar o reajuste salarial da categoria com recursos dos precatórios do FUNDEF.
“Ontem, dia 16 de junho, nós tivemos a percepção da posição política do prefeito que quer que a Câmara Municipal, dentro do projeto do reajuste dos servidores e servidoras, autorize o prefeito a utilizar a base dos precatórios do FUNDEF para pagar os próprios abonos acordados na campanha salarial. E isso é um golpe no dinheiro, no recurso da educação”, destacou a coordenadora do Simpere, Jaqueline Dornelas.
Segundo entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU), os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) não podem ser usados diretamente para o pagamento de salários dos professores.
“Os precatórios do FUNDEF são fruto de uma luta política e jurídica travada pelo SIMPERE há anos. São direitos das professoras e professores da nossa rede, e não moeda de troca para manobras da gestão João Campos”, reforça o Simpere.
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