De acordo com a polícia, o investigado, conhecido como "Paraíba", possuía um mandado de prisão em aberto por um crime cometido contra uma mulher em julho de 2018.
Antônio Pedro Sobrinho, foragido da Justiça que foi preso. Foto: Polícia Civil do Rio de Janeiro/Reprodução
Um homem foragido da Justiça do Rio de Janeiro, identificado como Antônio Pedro Sobrinho, foi preso durante um bloco de Carnaval no Recife. Procurado por homicídio, ele estava trabalhando como vendedor ambulante, comercializando sorvete e picolé.
De acordo com a polícia, o investigado, conhecido como “Paraíba”, possuía um mandado de prisão em aberto por um crime cometido contra uma mulher em julho de 2018, no município de Cabo Frio (RJ).
Segundo a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), equipes do 13º Batalhão receberam informações de que o investigado estaria vivendo na capital pernambucana. Após ações de inteligência, os policiais identificaram que ele residia no bairro de Campo Grande e trabalhava como ambulante, sendo frequentemente visto na praia de Casa Caiada, em Olinda.
"Após levantamentos de inteligência, foi constatado que o alvo estava residindo no bairro de Campo Grande, no Recife, exercendo a atividade de vendedor ambulante de picolé e sorvete, sendo comumente avistado na praia de Casa Caiada, em Olinda", informou a PM.
Posteriormente, os policiais receberam a informação de que o homem estaria trabalhando no bloco carnavalesco “Oiti”, realizado no último sábado (7), na Zona Norte do Recife.
Diante da informação, equipes do 13º BPM, com apoio do efetivo do Malhas da Lei da unidade, realizaram diligências e localizaram o suspeito em via pública, no bairro das Graças, onde foi realizada a prisão.
"Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Central de Plantões da Capital, para a adoção das medidas cabíveis", afirmou a corporação.
Gutemberg Peixoto Alves de Souza, de 45 anos, que estava foragido da Justiça desde 2022, foi preso no dia 1º de fevereiro, enquanto pescava em um lago público no município de Tatuí, no interior de São Paulo.
Ele é apontado como principal suspeito de matar a própria filha, Agata Gonzaga Peixoto, e ocultar o corpo no quintal da residência onde moravam, em Ilha Comprida, no litoral paulista. A ossada da adolescente foi localizada em novembro de 2022. À época do desaparecimento, Agata tinha 17 anos.
Contra Gutemberg havia um mandado de prisão em aberto pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. Ele foi abordado por agentes da Guarda Civil Municipal de Tatuí enquanto utilizava uma tarrafa para pescar no lago da Praça Mário Coscia. A prática é proibida no local por ser considerada pesca predatória.
Durante a abordagem, o homem apresentou um nome falso. No entanto, após ser levado à delegacia, a consulta aos sistemas policiais confirmou sua verdadeira identidade e a condição de foragido da Justiça. Diante disso, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Tatuí, onde permanece detido.
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Thales Machado atuava na Prefeitura de Itumbiara. Ele era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB). Após receber a notícia, o prefeito sofreu um infarto.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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