Rapper carioca, que deu nome à Foto: Reprodução
O rapper Oruam passou a ser alvo de um novo mandado de prisão em razão de um disparo de arma de fogo realizado em área residencial de Igaratá, no interior de São Paulo. O episódio ocorreu durante uma festividade e ganhou repercussão após o artista divulgar um vídeo do momento em seu perfil no Instagram, que acabou sendo anexado como prova no processo.
O caso tramita na 2ª Vara do Foro de Santa Isabel, e Oruam foi formalmente denunciado pelo crime. De acordo com a acusação, o disparo de arma de fogo colocou em risco a integridade de pessoas presentes, configurando crime mesmo sem registros de feridos. A divulgação do vídeo reforçou a materialidade do ato e acelerou o andamento da investigação.
O mandado atual foi expedido após o Superior Tribunal de Justiça revogar o habeas corpus concedido anteriormente ao rapper em outro processo criminal. Essa decisão levou em conta múltiplas violações do uso da tornozeleira eletrônica, demonstrando descumprimento das medidas cautelares.
Com a emissão do mandado, Oruam é oficialmente considerado foragido, dificultando a citação no novo processo referente ao disparo de arma de fogo. A defesa já declarou que o artista não pretende se entregar, o que pode atrasar a tramitação da ação penal.
Especialistas jurídicos explicam que o disparo de arma de fogo em áreas residenciais é tratado com rigor pelo Judiciário, principalmente quando há registro em vídeo e exposição pública. A conduta é analisada sob o prisma da imprudência, do risco a terceiros e do potencial de dano à ordem pública.
Apesar da situação de foragido, o foco do novo processo permanece no disparo de arma de fogo. A Justiça deve buscar meios para garantir a citação e o direito de defesa, essenciais para o andamento legal do caso. Até que isso aconteça, o desfecho do processo ainda não tem previsão, mas reforça a seriedade das infrações envolvendo armas de fogo e a necessidade de cumprimento das medidas legais impostas.
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Sorteio desta terça-feira não teve ganhador na sena e prêmio cresce para o próximo concurso.
Neste calendário, o valor do benefício varia de R$ 136,00 a R$ 1.621,00, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024.
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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