Entrevista concedida ao programa Cidade Alerta, da TV Guararapes Foto: Youtube/Cidade Alerta, da TV Guararapes
Quatro anos após o assassinato de Alberisson Carlos, o crime segue sem solução. Em entrevista concedida ao programa Cidade Alerta, da TV Guararapes, em Pernambuco, Miqueias, filho da vítima, fez um novo e emocionado apelo por justiça. A conversa foi conduzida pelo apresentador André Stanislau.
Durante a entrevista, Miqueias destacou que a família vive uma angústia permanente desde a morte do pai. “A gente enterrou meu pai, mas não sabe o motivo. Normalmente, quando alguém morre, a família sabe a causa. No nosso caso, não sabemos quem matou, nem por quê”, declarou.
Segundo o filho, Alberisson Carlos atuava de forma ativa na defesa de pautas da categoria policial. Entre as reivindicações defendidas por ele estavam melhores condições de trabalho, armamento adequado, colete individual, melhorias salariais e mudanças nas faixas salariais.
Miqueias afirmou que muitas dessas pautas vieram a se concretizar posteriormente, o que, para ele, reforça a relevância da atuação do pai. No entanto, ele questiona se o engajamento pode ter motivado perseguições.
“Ele foi excluído de forma arbitrária, sem o devido processo disciplinar. Até hoje nos perguntamos: quem matou? Quem mandou matar? Qual foi o interesse?”, disse.
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O filho também relatou que sente receio de parte de colegas da corporação em se manifestar publicamente sobre o caso.
“Alguns dizem que sabem que a gente precisa de ajuda, mas que não podem falar.”
Durante a participação no programa, Miqueias fez um apelo direto à governadora de Pernambuco, pedindo atenção ao caso e sensibilidade com a situação da mãe, que segundo ele ainda enfrenta dificuldades financeiras.
“Governadora, tenha empatia pela minha mãe. São quatro anos sem resposta. A gente só quer dignidade e justiça”, declarou.
Durante a entrevista ao Cidade Alerta, Miqueias também fez questão de agradecer publicamente às pessoas que, segundo ele, têm prestado apoio à família ao longo desses quatro anos. Ele citou o deputado Coronel Meira, a Associação dos Cabos e Soldados, além do sargento Raul, vice-presidente da entidade em Goiânia, e do sargento Torres. “Se não fosse a Associação e o deputado Meira, eu não sei o que seria da gente hoje. Eles têm sido nossa voz”, afirmou.
Até o momento, o assassinato de Alberisson Carlos não teve desfecho público anunciado pelas autoridades. A família segue cobrando esclarecimentos sobre autoria e motivação do crime.
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