Além da mulher, também foram indiciados o motorista da caminhonete em que ela estava durante o suposto ataque, Ewerton Eduardo, e o pai dele.
05 de junho de 2026 às 09:55 - Atualizado às 09:59
Ex-secretária da Mulher do Cabo, Aline Melo. Fotos: Reprodução. Montagem: Portal de Prefeitura
A secretária executiva da Mulher do Cabo de Santo Agostinho, Aline Melo, foi exonerada do cargo após ser indiciada pela Polícia Civil por supostamente forjar um atentado a tiros ocorrido em março deste ano na PE-28. A decisão foi assinada pelo prefeito Lula Cabral e publicada no Diário Oficial do município na última quarta-feira, 3 de junho.
Além de Aline, também foram indiciados o motorista da caminhonete em que ela estava durante o suposto ataque, Ewerton Eduardo, e o pai dele. A defesa dos envolvidos nega as acusações.
Segundo a portaria de exoneração, Aline será substituída por Penélope Regina Silva de Andrade, atual secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Política sobre Drogas, que passará a acumular as duas funções.
A ex-secretária já estava afastada do cargo desde maio, assim como Ewerton Eduardo. Ambos foram autuados por comunicação falsa de crime. Porém, Aline se posiciona em relação ao caso como "briga política". (veja abaixo o posicionamento completo da ex-secretária)
O caso teve início na noite de 26 de março, quando a então secretária relatou ter sido alvo de disparos enquanto trafegava pela PE-28, no sentido litoral do Cabo de Santo Agostinho. Um dos tiros atingiu a janela traseira da caminhonete, no lado em que ela estava sentada.
Em depoimento, Aline e o motorista afirmaram que uma motocicleta tentou ultrapassar o veículo pelo acostamento e que, em seguida, houve o disparo de arma de fogo.
No entanto, durante as investigações, a Polícia Civil passou a questionar a versão apresentada após analisar imagens de câmeras de segurança instaladas ao longo do trajeto. De acordo com os investigadores, um dos vídeos mostra um encontro de aproximadamente 17 segundos entre a caminhonete e o motociclista apontado como responsável pelo suposto ataque.
A investigação também identificou que a motocicleta envolvida no caso pertence ao pai do motorista da caminhonete. Com base nos elementos reunidos durante o inquérito, a polícia concluiu pelo indiciamento dos três envolvidos. O caso segue à disposição do Ministério Público, que avaliará as medidas cabíveis.
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Cinco viaturas do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para combater as chamas durante a madrugada; não houve registro de vítimas.
O fogo atingiu o estabelecimento situado na Rua Aprígio Guimarães. Além disso, o Corpo de Bombeiros atuaram no combate às chamas para evitar que o incêndio se espalhasse.
O homem morreu ainda no local. O motorista da carreta não permaneceu na área após o atropelamento e não havia sido localizado até a última atualização.
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