Comandante do Bope, coronel Marcelo Corbage. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O comandante do Bope, coronel Marcelo Corbage, prestou homenagem aos agentes mortos na megaoperação realizada nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. A cerimônia ocorreu na quinta-feira, 30 de outubro, na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais, em Laranjeiras, e reuniu colegas de farda, familiares e autoridades de segurança pública.
O coronel destacou o espírito de entrega que marca a rotina dos policiais de elite da corporação. Durante entrevista à GloboNews, ele lembrou o compromisso dos militares com a segurança da população e a coragem demonstrada nas missões mais arriscadas.
“Eles salvaram a vida de outros colegas que também foram feridos e estão hospitalizados. Temos oito policiais feridos. Agora é o momento de nos fortalecermos”, afirmou.
O comandante citou uma frase que o sargento Heber Carvalho de Fonseca, um dos mortos, costumava repetir antes de sair em missão: “Ninguém vai parar a gente”.
Marcelo Corbage reforçou o caráter de vocação da profissão e descreveu o serviço no Bope como um ato de entrega total.
“Servir ao Bope é um sacerdócio. Estamos dispostos a sacrificar nossas vidas em prol da sociedade”, declarou.
Os corpos dos sargentos Heber Carvalho de Fonseca e Cleiton Serafim Gonçalves foram velados lado a lado, em um ambiente marcado por homenagens e gestos de solidariedade entre os colegas de farda. A tropa prestou continência e entoou o hino da unidade enquanto familiares se despediam.
Heber e Cleiton estão entre os quatro policiais mortos durante a megaoperação do Rio de Janeiro, que também resultou na morte de dois agentes civis e deixou outros oito feridos. A ação, uma das maiores dos últimos anos, foi realizada na terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da cidade, e mobilizou centenas de policiais.
Além dos dois sargentos do Bope, perderam a vida os policiais civis Marcus Vinícius Cardoso e Rodrigo Cabral, que foram sepultados em cerimônias separadas. Marcus foi enterrado no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador, enquanto Rodrigo recebeu homenagens no Memorial do Rio, em Cordovil.
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Os sindicalistas então iniciaram um protesto em frente da Câmara Municipal, na rua Princesa Isabel, localizada no centro da capital pernambucana, bloqueando o trânsito.
Câmeras de segurança instaladas no interior do imóvel registraram o momento do crime. Um suspeito chegou a ser localizado e detido.
O ato ocorre após o prefeito João Campos (PSB) propor à categoria um reajuste salarial abaixo da inflação, além de não aumentar o vale-alimentação.
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