Ator Moisés Trindade. Foto: Redes Sociais/Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O ator de 33 anos, Moisés Trindade, foi assassinado a tiros na noite da segunda-feira, 23 de fevereiro, em Calçada, bairro localizado em Salvador, na Bahia. Os disparos ocorreram na frente dos dois filhos dele, da mãe e pai do artista também.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas a vítima veio à óbito ainda no local. A 3ª Delegacia de Homicídios (DH) ficará a cargo das investigações para descobrir tanto autoria como motivação da morte.
Moisés integrava o coletivo artístico Fatos de Favela, conhecido por retratar a realidade das periferias de Salvador e discutir temas como violência e desigualdade social. Ele também fazia parte do grupo Pé no Chão, fundado em 2025.
Além da atuação nos projetos culturais, o ator administrava um bar aberto em dezembro do ano passado.
Nas redes sociais, o Pé no Chão lamentou a perda.
“Tantos planos e sonhos. Nós guerreando para tirar várias pessoas do crime, você amava gravar. Não colocava dificuldade em nada, vou te levar aonde for. Sem palavras. Eterno em nossos corações”, publicou.
Um ex-policial natural de Serra Talhada, identificado como José Jailson Duarte, foi perseguido de carro e executado a tiros na tarde do domingo, 22 de fevereiro, em Gravatá, cidade localizada no Agreste de Pernambuco. O crime ocorreu na estrada que dá acesso à Serra do Maroto e ao Condomínio WinterVille.
Imagens captadas por um circuito de segurança mostram o veículo da vítima em alta velocidade e o automóvel dos suspeitos logo atrás. Após um dos tiros, feitos por um fuzil, atingir a caminhonete modelo pick-up, Jailson perdeu o controle da direção e colidiu contra um poste. A partir disso, os ocupantes se aproximaram e realizaram novos disparos de arma de fogo.
Conhecido como "Jailson Carcará", ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
A Polícia Civil (PCPE) informou que o caso segue em andamento para descobrir autoria e motivação do crime.
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Decisão unânime do TCDF atende representação de deputados e impede contratações e execuções até esclarecimentos sobre orçamento e legalidade.
O caso foi denunciado em ação civil pública, ou seja, coletiva, do Ministério Público do Trabalho, que se mobilizou para obter, além da indenização, retratação pública.
"Estamos tratando de uma unidade estratégica para a saúde pública de Pernambuco. Não é possível manter escalas deficitárias e ambientes inseguros", dissea presidente do sindicato Carol Tabosa.
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