Segundo a SSP, o adolescente estava acompanhado de outros indivíduos quando cercaram o carro da influencer que, além das duas mulheres, dois PMs à paisana eram ocupantes.
Viaturas da PM de São Paulo e influenciadora. Fotos: Divulgação e Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Um adolescente de 16 anos, suspeito de roubar um celular na noite da última sexta-feira, 3 de outubro, em Canindé, município da região central de São Paulo, foi morto por um policial militar. O aparelho telefônico foi tirado das mãos de uma mulher, amiga da influenciadora Nina Santos enquanto estavam em um Jeep Compass branco.
De acordo com a Secretaria da Segurança Púbica (SSP), o menor estava acompanhado de outros indivíduos quando cercaram o carro da influencer que, além das duas mulheres, dois PMs à paisana eram ocupantes do veículo.
Um dos suspeitos quebrou o vidro traseiro e conseguiu subtrair o aparelho da passageira. Diante da ação criminosa, um dos agentes desceu imediatamente e mandou o grupo se rende. Porém, o adolescente não teria obedecido a ordem e fez menção de pegar uma arma. No momento, o policial realizou o disparo.
O menor de idade morreu baleado e um simulacro de pistola foi apreendido. O caso foi registrado como roubo, resistência e morte decorrente de intervenção policial. A Polícia Militar de São Paulo (PMSP), acompanha a investigação que ficou a cargo do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Nina Santos, através de suas redes sociais, se pronunciou e, segundo ela, um dos assaltantes chegou a colocar o corpo dentro do carro para arrancar o celular da vítima. A influenciadora também afirmou que passou o dia prestando depoimento no DHPP, “colaborando com tudo o que foi necessário”, além de ter sido orientada a não comentar sobre o caso.
Santos comentou que está recebendo ataques e alguns envolvem seus filhos pequenos.
“Foi uma situação difícil, e desde então sigo tentando lidar com tudo da melhor forma possível".
A Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou a morte de Ygor Freitas de Andrade, conhecido como Matuê, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho na Zona Oeste da capital. Ele foi localizado na quinta-feira, 9 de outubro, durante uma ação em uma área de mangue no bairro do Campinho.
A operação, batizada de Contenção, foi deflagrada após semanas de monitoramento e contou com equipes da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP).
De acordo com as investigações, Matuê, de 28 anos, exercia o controle do tráfico de drogas nas comunidades da Gardênia Azul e da Cidade de Deus, regiões marcadas por disputas violentas entre facções criminosas rivais.
Considerado um dos principais articuladores da expansão do Comando Vermelho na Zona Oeste, ele acumulava diversos mandados de prisão por homicídio qualificado, tráfico de drogas e associação criminosa. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo que atuavam sob seu comando.
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Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
Por se tratar de um concurso com final zero, ele recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores.
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