Abuso Sexual Infantil. Foto: Ilustrativa
Freud revolucionou o mundo ao escancarar o sexo e suas pulsões como responsáveis pelas mazelas vividas pela humanidade. Ele exibiu a histeria e as doenças nervosas da época como manifestações claras de repressão sexual.
Em outras palavras, afirmou que as madames da época estavam surtando porque estavam sendo mal-amadas, sem encontrar satisfação sexual com seus parceiros.
Ele também percebeu que existiam muitas aberrações sexuais e já apontava a pedofilia como causa de inúmeros traumas da época, ligando-a diretamente a sofrimentos profundos.
Em pleno século XXI, escândalos sexuais já derrubaram reis, príncipes e governantes, expondo a fragilidade do poder diante dessas pulsões. Recentemente, o príncipe Andrew, da Inglaterra, foi envolvido em acusações relacionadas a práticas semelhantes, mostrando que ninguém está imune.
A grande questão é que essa barbaridade atinge todas as classes sociais, religiosas, políticas, filosóficas e ideológicas — desde a Igreja Católica tradicional até igrejas evangélicas, que também já se envolveram em casos graves.
O maior problema é como resolver isso de forma eficaz, pois apenas as penas não resolvem nem detêm essa praga por completo. Não adianta só reprimir; devemos tratar a raiz. É um sintoma profundo que deve ser resolvido não apenas com punição. Precisamos discutir isso abertamente.
Tudo pode começar com um abuso inicial, e essa vítima, sem apoio, pode se transformar em abusador, criando um ciclo vicioso. Essa compulsão maléfica está enraizada no cérebro; é um transtorno mental que exige tratamento especializado, como terapias e intervenções precoces.
As escolas começam a educar as crianças a se defenderem, o que é essencial, mas ainda estão despreparadas para identificar e tratar esses transtornos na base. O buraco é mais embaixo: os pedófilos estão por aí, misturados à sociedade e, às vezes, até dentro de nossas próprias casas.
Vamos discutir isso como sociedade organizada, com urgência e responsabilidade coletiva.
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