A Religião: A Nova Matrix do Século XXI Foto: Criada com uso de I.A
Ao surgir na face da Terra, o humano buscou deuses para explicar a sua existência. A história antiga exibe o primitivo adorando a lua, o sol e tudo que havia nos céus, visível aos seus olhos, para denominar como autoridade divina.
Mais adiante, esse mesmo humano passou a enxergar o outro como representante de Deus, ou até mesmo como deuses. Vem a Idade Média e tudo fica mais místico. Essa era mística cria castelos religiosos e representantes divinos, uma teocracia disfarçada, tudo em nome de Deus.
Na Idade Moderna vem o Iluminismo, a ciência e a dúvida sobre a religião. Contudo, a teologia contribuiu: o ensino cristão e as universidades surgem com o selo do cristianismo, e os mitos cristãos, como São Agostinho, buscando um lugar irretocável para Deus.
Na contemporaneidade demos um retrocesso pensado. A ciência avança e a casta controladora percebe que isso seria a libertação da humanidade. Então põe um percentual da dúvida e acrescenta, de vez, o controle geral: a matrix religiosa.
Existe hoje a penetração da religião em todas as áreas, para responder e ter autoridade nos assuntos desconhecidos. A humanidade chegou ao seu topo da incerteza, da dúvida e da desesperança.
Comparo esse momento à narrativa bíblica quando o povo estava no deserto, dando voltas em busca da terra prometida. Os deuses dessa era prometem libertação. Os humanoides irão substituí-los da escravidão, da força física, e esses receberão um bônus financeiro para viver a vida felizes para sempre.
A religião é a matrix, é a prisão psíquica desse século. O evangelho da besta vem vestido com a pele da política, da religião, do ateísmo e do cristianismo.
A besta impera neste século.
Saia da Matrix do Século XXI
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19:47, 23 Ago
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Militante dos movimentos sociais e professora da rede pública estadual, Yasmim Alves disputará uma vaga na Assembleia Legislativa pelo PSOL.
"Em cada eleição, candidatos apresentam discursos otimistas, promessas grandiosas e soluções aparentemente simples para problemas complexos", escreveu o colunista.
"Historicamente, muitos homens foram educados para reprimir emoções, evitar demonstrações de vulnerabilidade e assumir sozinhos o peso das responsabilidades familiares e sociais", escreveu a colunista.
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