139 cidades estão sob nível laranja de risco, enquanto outras 180 entram em aviso amarelo entre esta terça-feira (14) e a quarta-feira (15).
14 de abril de 2026 às 14:09 - Atualizado às 14:18
Inmet alerta para perigo de chuvas intensas na Paraíba. Foto: Reprodução/Redes Sociais
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou, nesta terça-feira, 14 de abril, dois alertas de chuvas intensas para a Paraíba e emitiu um novo aviso de acumulado de chuva. Ao todo, o estado está sob três alertas simultâneos, classificados entre perigo potencial (amarelo) e perigo (laranja), com validade que varia entre esta terça-feira e quarta-feira, 15 de abril.
O alerta laranja, válido até as 23h59 desta terça-feira, 14 de abril, atinge municípios do Agreste, Brejo e Sertão, como Campina Grande, Guarabira, Patos, Sousa, Mamanguape, Solânea, Bananeiras, Areia, Cuité, Picuí, Pombal, Catolé do Rocha, Brejo do Cruz, São Bento, Itapororoca, Rio Tinto, entre dezenas de outras cidades dessas regiões.
Já o alerta amarelo mais abrangente, válido até as 23h59 da quarta-feira, 15 de abril, inclui a capital João Pessoa e se estende por praticamente todo o estado. Entre os municípios estão Bayeux, Cabedelo, Santa Rita, Sapé, Cajazeiras, Itaporanga, Monteiro, Conde, Pitimbu, Alhandra, Caaporã, Pedras de Fogo, Umbuzeiro, Queimadas, Itabaiana e Juripiranga, além de diversas outras cidades do Litoral, Zona da Mata, Agreste e Sertão.
Há ainda um terceiro alerta amarelo, também válido até o fim desta terça-feira, 14 de abril, que reforça o risco de chuvas intensas em parte dessas cidades, especialmente no Litoral e regiões próximas.
No alerta laranja, a previsão indica chuvas entre 30 e 60 mm por hora, podendo chegar a 100 mm por dia, além de ventos de até 100 km/h. Já no alerta amarelo, os volumes variam entre 20 e 30 mm por hora, com acumulado de até 50 mm por dia.
O Inmet orienta que a população evite áreas de risco, não se abrigue sob árvores durante tempestades e desligue aparelhos eletrônicos em caso de descargas elétricas. Em situações de emergência, os contatos são Defesa Civil (199) e Corpo de Bombeiros (193).
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Fonte: OpenWeather
O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial.
O órgão alertou ainda para a ocorrência de microexplosões nas áreas de tempo severo, geradas por fortes correntes de ar descendentes dentro das nuvens que atingem a superfície com intensidade.
Nas imagens que circulam nas rede sociais, uma coluna de poeira aparece girando e se deslocando por uma área aberta no município de Felipe Guerra, no Oeste do estado.
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