Alerta de chuva do Inmet. Foto: Reprodução
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu neste sábado (6) um alerta de “perigo potencial” para chuvas em Pernambuco. Ao todo, 88 municípios do estado, incluindo o Recife e cidades da Região Metropolitana, estão sob aviso de instabilidade climática.
De acordo com o órgão, a previsão indica chuvas com intensidade de 20 a 30 mm por hora ou até 50 mm ao longo do dia, o que caracteriza o chamado alerta de bandeira amarela.
O aviso meteorológico abrange três regiões principais do estado: a Região Metropolitana do Recife, a Zona da Mata e o Agreste pernambucano. Nessas áreas, o risco de transtornos como alagamentos pontuais e pequenos deslizamentos é considerado baixo, mas não descartado.
O INMET reforça que o nível de severidade classificado como “perigo potencial” indica possibilidade de chuvas moderadas, exigindo atenção redobrada da população que vive em áreas de encosta ou pontos vulneráveis.
Entre as recomendações do órgão estão evitar enfrentar o mau tempo, não utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante as tempestades e observar possíveis sinais de instabilidade em encostas e áreas de risco.
Em casos de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
O aviso inclui cidades como Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Vitória de Santo Antão, Goiana, Igarassu, entre outras localidades distribuídas pelas regiões afetadas.
A lista completa reúne 88 municípios pernambucanos sob monitoramento do instituto, que seguem em observação devido às condições climáticas instáveis.
O INMET informou que novas atualizações podem ser divulgadas ao longo do dia, dependendo da evolução das condições meteorológicas no estado.
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Fonte: OpenWeather
As precipitações devem atingir principalmente o Litoral, a Zona da Mata e parte do Agreste entre o sábado, 11 de julho e o domingo (12).
Goiana, na Zona da Mata Norte, concentra a situação mais crítica. O município contabiliza 497 pessoas desabrigadas e outras 900 desalojadas.
Os modelos climáticos apontam que, entre os meses de julho e setembro, a Região Sul deverá registrar precipitações acima da média, cenário que pode favorecer a ocorrência de temporais, alagamentos e cheias
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