Mark Zuckerberg. Foto: Divulgação
A Meta decidiu encerrar o programa de checagem profissional de fatos em suas plataformas e substituí-lo por um modelo semelhante ao do X (antigo Twitter), em que os próprios usuários podem sugerir notas de esclarecimentos.
A medida reflete a intenção da empresa de priorizar a liberdade de expressão, segundo afirmou o CEO da companhia americana, Mark Zuckerberg.
"Governos e veículos de mídia tradicional têm pressionado por censura cada vez mais", acusou ele, em um vídeo divulgado nesta terça-feira, 7 de janeiro.
Até então, a Meta mantinha parcerias com cerca de 100 organizações em mais de 60 línguas para oferecer o serviço.
Com a mudança, passará a vigorar um sistema de Notas de Comunidades, similar ao que opera no X desde que o bilionário Elon Musk comprou a empresa.
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As medidas visam identificar práticas irregulares de aumento de preços nas bombas e outras eventuais condutas abusivas que possam acarretar prejuízos ao consumidor.
Aprovados iniciarão o curso em março de 2027, com conclusão prevista para dezembro de 2028. As vagas são distribuídas entre diferentes perfis.
O anuncio foi feito nesta (27), ao Partido Republicanos do ministro de Lula, Silvio Costa Filho, presidente estadual do partido.
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