Mark Zuckerberg. Foto: Divulgação
A Meta decidiu encerrar o programa de checagem profissional de fatos em suas plataformas e substituí-lo por um modelo semelhante ao do X (antigo Twitter), em que os próprios usuários podem sugerir notas de esclarecimentos.
A medida reflete a intenção da empresa de priorizar a liberdade de expressão, segundo afirmou o CEO da companhia americana, Mark Zuckerberg.
"Governos e veículos de mídia tradicional têm pressionado por censura cada vez mais", acusou ele, em um vídeo divulgado nesta terça-feira, 7 de janeiro.
Até então, a Meta mantinha parcerias com cerca de 100 organizações em mais de 60 línguas para oferecer o serviço.
Com a mudança, passará a vigorar um sistema de Notas de Comunidades, similar ao que opera no X desde que o bilionário Elon Musk comprou a empresa.
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Segundo a agência, investigações internacionais identificaram casos raros, mas graves, de inflamação e de danos associados ao uso desses produtos em cápsulas ou em extratos concentrados.
Para viabilizar o processo, o BB realiza uma operação de câmbio para a moeda local e o pagamento é feito em reais, com débito direto da conta corrente ou poupança.
Gabriela foi contemplada com US$ 3 mil após responder à pergunta proposta pela competição: "A vida é quântica?".
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