O caso ficou conhecido como Seita da Mega-sena, e chocou o país ao revelar que criminosos executavam vítimas em rituais na esperança de que os espíritos revelassem os números da loteria
Chacina de Iguatu: Seita que matava vítimas em rituais para tentar adivinhar números da Mega-Sena volta a repercutir Foto: Reprodução
O que começou com a busca desesperada por um estudante desaparecido em Iguatu, no Ceará, acabou revelando um dos cenários mais macabros da história policial do estado.
Sob a terra de um sítio na zona rural, a Polícia Civil não encontrou apenas o jovem, mas os segredos de uma seita que assassinava pessoas acreditando que seus espíritos revelariam dezenas premiadas da loteria. Curiosamente, o crime, que chocou o país em 2018, voltou ao centro das discussões públicas nesta semana.
Sob o pretexto de rituais de magia, o grupo, classificado pela polícia como composto por "serial killers psicopatas", tirou a vida de quatro pessoas. As investigações apontaram que os criminosos atraíam pessoas vulneráveis ou com quem tinham desavenças para um sítio.
No local, as vítimas passavam por uma falsa cerimônia religiosa, tinham suas cabeças cobertas e eram friamente executadas com um tiro na nuca.Os corpos eram enterrados na própria propriedade.
Em depoimento, os acusados confessaram que acreditavam que, ao prender a alma das vítimas no local, os espíritos seriam forçados a revelar as dezenas da loteria, além de lhes garantir poder e dinheiro.
O mistério começou a ser desvendado após o sumiço de um estudante de serviço social. Ao investigar o paradeiro do jovem, a Polícia Civil localizou seu corpo enterrado no sítio, o que levou à descoberta dos outros três cadáveres ocultados.
Ao todo, três pessoas participaram ativamente dos assassinatos: Dois adultos, que foram presos, julgados e condenados a dezenas de anos de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, vilipêndio de cadáver e corrupção de menores. E um adolescente, que faleceu durante o andamento do processo judicial.
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Durante uma transmissão ao vivo pelo Instagram, ele relatou como recebeu a intimação da Polícia Federal (PF) para entregar os passaportes, mas não apresentou detalhes sobre a viagem ao exterior nem sobre a organização da fuga do país.
O caso teve origem em janeiro de 2025, em uma publicação na rede social X, sobre a deputada. Na ocasião, o jornalista se referiu a Erika Hilton como "uma verdadeira fake news humana essa coisa".
A estimativa é de que as temperaturas fiquem de 1ºC a 2ºC acima da média para o próximo trimestre em praticamente todo o território nacional.
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