Dinheiro Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Os trabalhadores que recebem rendimentos vinculados ao salário mínimo nacional começam a perceber o novo valor a partir da próxima semana. O pagamento ocorre na folha de fevereiro, que inclui os valores referentes ao mês de janeiro, já com o reajuste em vigor para 2026.
Com isso, milhões de brasileiros passam a contar com o piso atualizado nos depósitos feitos ao longo dos primeiros dias úteis de fevereiro.
O salário mínimo de 2026 foi fixado em R$ 1.621 e serve como referência para trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), além de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O valor também impacta diretamente beneficiários de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC Loas), que utilizam o piso nacional como base para o cálculo dos repasses.
Os pagamentos seguem o calendário habitual das empresas e órgãos públicos, que utilizam os primeiros dias úteis do mês para efetuar os depósitos. Em fevereiro, o segundo dia útil cai em 3 de fevereiro, uma terça-feira.
O terceiro ocorre em 4 de fevereiro, seguido pelo quarto dia útil em 5 de fevereiro e pelo quinto em 6 de fevereiro. A data exata do crédito depende da política de cada empregador, mas todos os valores pagos nesse período já refletem o novo salário mínimo.
O reajuste não se aplica a profissionais que atuam como pessoa jurídica. Trabalhadores PJ seguem regras definidas nos contratos firmados entre empresas e prestadores de serviço e não têm direito automático ao piso nacional. Nesses casos, os valores recebidos dependem exclusivamente das condições negociadas entre as partes.
Embora o salário mínimo de 2026 esteja fixado em R$ 1.621, o valor que efetivamente chega ao bolso do trabalhador é menor. Após o desconto mínimo de 7,5% referente à contribuição previdenciária ao INSS, o salário líquido fica em R$ 1.499,42. Esse desconto garante ao trabalhador o acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.
Quem recebe o salário mínimo não sofre desconto de Imposto de Renda, já que está dentro da faixa de isenção. Também não há desconto do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) diretamente no salário, pois o valor do FGTS corresponde a um depósito feito pelo empregador, sem reduzir a remuneração mensal do trabalhador.
Outros descontos podem aparecer na folha de pagamento, mas variam de acordo com a realidade de cada profissional. Vale-transporte, vale-alimentação ou vale-refeição dependem das regras adotadas pela empresa e da adesão do trabalhador aos benefícios. Empréstimos consignados e pensão alimentícia, quando existem, também impactam o valor final recebido e seguem critérios definidos em contrato ou por decisão judicial.
Com o pagamento do novo valor a partir da próxima semana, trabalhadores, aposentados e beneficiários de programas sociais passam a receber oficialmente o salário mínimo de 2026, já considerando os descontos obrigatórios e as regras específicas de cada vínculo de trabalho.
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