Queda de avião em BH Foto: Reprodução
Apenas nove minutos separam a decolagem do monomotor que saiu do Aeroporto da Pampulha e a chegada das primeiras equipes de resgate ao local da queda, após a aeronave atingir um prédio residencial no bairro Silveira, em Belo Horizonte, deixando três mortos na tarde desta segunda-feira, 4 de maio.
O avião decolou às 12h16 e minutos depois o piloto declarou emergência do tipo "mayday", devido a perda de controle da subida. Às 12h19, a aeronave perdeu altitude e colidiu com a lateral de um edifício, na altura do terceiro andar, antes de cair na área de estacionamento do condomínio.
O Corpo de Bombeiros chegou ao local por volta das 12h25, cerca de seis minutos após o impacto. Foram mobilizadas sete viaturas e 28 militares. Os trabalhos se concentraram inicialmente na retirada dos moradores do edifício que deixaram o prédio com o auxílio de escadas operacionais. Não houve vítimas entre os ocupantes do local.
As equipes também atuaram na contenção de riscos de incêndio e explosão, com aplicação de espuma mecânica sobre combustíveis e fluidos inflamáveis espalhados pela aeronave.
A Aeronáutica retomou nesta terça-feira, 5, a perícia no local com trabalhos conduzidos por investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), órgão do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB).
De acordo com o Cenipa, as atividades integram a chamada Ação Inicial, etapa que envolve a coleta e confirmação de dados, a preservação de evidências e a análise preliminar dos danos causados pela aeronave. Também são levantadas informações que possam contribuir para a identificação dos fatores envolvidos no acidente.
Três pessoas morreram na queda: o piloto Wellington de Oliveira, de 34 anos; o empresário e veterinário Fernando Moreira Souto, de 36, filho do prefeito de Jequitinhonha (MG), Nilo Souto (PDT); e Leonardo Berganholi.
Outros dois ocupantes, Arthur Schaper Berganholi, de 25 anos, e Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53, foram encaminhados para atendimento e permanecem hospitalizados, com quadro estável, segundo a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).
Estadão Conteúdo.
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