Moraes e Elon Musk. Arte montagem: Portal de Prefeitura.
Nesta quinta-feira, 19 de setembro, os advogados do empresário Elon Musk anunciaram que o X, antigo Twitter, irá cumprir as medidas impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para voltar a atuar no Brasil. Vale lembrar que a rede social estava suspensa no país desde o dia 30 de agosto devido ao não cumprimento de exigências judiciais feitas pelo ministro.
Segundo informações, Musk aceitou a proposta e, desde a noite passada, os perfis que estavam bloqueados começaram a ser restringidos.
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Nesta quarta-feira, 18 de setembro, usuários do X (antigo Twitter) celebraram o retorno da plataforma após quase 20 dias de bloqueio. Frases como "O Twitter voltou" e "Gente o Twitter" dominaram os Trending Topics, acumulando 14,5 mil e 18,5 mil publicações, respectivamente.
Após o ocorrido da volta não autorizada da rede social, o X protocolou uma petição ao STF, afirmando que o retorno da rede social ao país, ocorrido nesta quarta-feira (18), se deu por uma falha técnica e não foi intencional.
Essa nova abordagem jurídica surgiu após uma mudança na equipe que defende o X no Brasil. O escritório Pinheiro Neto, um dos mais renomados do país, havia se desligado do caso na semana passada.
A Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) informou na quarta-feira, 18 de de setembro, que uma atualização operacional realizada pela rede social X permite que usuários de internet passem a acessar a plataforma.
A rede está suspensa desde o início deste mês por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. No entanto, na manhã de hoje, usuários relataram ter conseguido acessar a plataforma de forma livre, sem acesso por meio de aplicativos de Virtual Private Network (VPN), mecanismo usado para burlar a suspensão.
Nos bastidores, a atualização da rede social é vista pelo Supremo e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) como uma forma de burlar a suspensão.
Em nota à imprensa, a Abrint explicou que a rede X trocou o endereço eletrônico que foi bloqueado e passou a hospedá-lo nos servidores da Cloudflare, empresa norte-americana especializada na segurança de sites.
"Diferente do sistema anterior, que utilizava IPs específicos e passíveis de bloqueio, a nova estrutura baseada no Cloudflare compartilha IPs com outros serviços legítimos, como bancos e grandes plataformas de internet", disse a associação.
A entidade declarou ainda que está em uma "posição delicada" diante do retorno dos acessos ao X e orientou as operadoras de banda larga a aguardarem instruções da Anatel.
"Um bloqueio inadequado poderia impactar negativamente empresas e serviços essenciais, prejudicando milhares de usuários", completou a entidade.
A Justiça ainda não se pronunciou sobre o assunto.
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