Mulher morre após sofrer queimaduras graves durante cerimônia em terreiro de Candomblé Foto: Reprodução
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro investiga as circunstâncias que levaram à morte de Caroline Pinto dos Santos, de 38 anos, ocorrida na manhã da quinta-feira, 9 de julho.
A vítima faleceu no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, após permanecer internada por 25 dias devido a queimaduras graves que atingiram cerca de 65% de seu corpo.
O incidente ocorreu durante um ritual privado realizado nas dependências de um terreiro de candomblé em Realengo, na Zona Oeste da capital.
Registros em vídeo da cerimônia mostram o momento em que um homem derrama combustível em um recipiente que já continha fogo, próximo a onde a vítima estava agachada, gerando uma labareda imediata.
Diante do ocorrido, familiares cobram a responsabilização dos envolvidos. Segundo os parentes, o homem responsável pela ação seria marido da yalorixá que conduzia a atividade, e ambos não foram localizados desde então.
O zelador do espaço declarou à família que não tinha conhecimento prévio sobre o uso de substâncias inflamáveis no ato.
Antes de desativar suas redes sociais, a mãe de santo publicou uma nota definindo o episódio como um "acidente de natureza inesperada e imprevisível".
O comunicado também ressaltou que o babalorixá detentor do terreiro não possuía responsabilidade sobre aquela prática específica ou sobre a condução religiosa da vítima.
O caso foi formalmente registrado na 35ª DP (Campo Grande), que apura os fatos para determinar as responsabilidades legais.
A irmã da vítima, chegou a declarar ao g1 que o zelador do terreiro não sabia que seria utilizado combustível durante a cerimônia, e reforçou seu apelo por justiça.
“Eu quero justiça pela minha irmã. Os culpados sumiram. O zelador do terreiro disse que não sabia de nada. Como que acontece algo e ele não sabe de nada sendo que estava presente?”
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Quando a polícia chegou ao local, de helicóptero, o avião já estava abandonado.
Nesse nível, os consumidores de energia elétrica continuarão com um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
A medida integra uma apuração que busca esclarecer a existência de um possível vazamento de informações sigilosas relacionadas à investigação conduzida pela Polícia Federal
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