INSS. Foto: Divulgação
A Perícia Médica Federal realiza, nos próximos dias 11 e 12 de julho, mais um mutirão para atender mais de 17,8 mil pessoas, em 19 estados do país.
Grande parte dos atendimentos será feita por meio de telemedicina (perícia conectada), o que deve ampliar o acesso da população à perícia médica, especialmente em regiões com escassez de peritos, reduzindo o tempo de espera e evitando que os segurados enfrentem longos deslocamentos para obter atendimento.
O maior número de vagas foi ofertado para a Região Nordeste: 12.700. Serão 2.856 atendimentos na Agência da Previdência Social Campina Grande (PB), 2.288 vagas na APS Arapiraca (AL) e 1.216 atendimentos em Fortaleza (CE). As vagas serão preenchidas por pessoas que já haviam agendado atendimento pericial, mas que estavam com tempo de espera elevado.
As perícias conectadas serão utilizadas em perícias iniciais para benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença), além de avaliações médicas de requerimentos de Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência e nas revisões desses benefícios assistenciais (REVBPC).
A fila de requerimentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve encerrar junho com 1,8 milhão de pedidos pendentes, o menor patamar desde setembro de 2024, segundo dados apresentados no dia 30 de junho, durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS).
Do total de requerimentos em análise, 825 mil aguardam processamento há menos de 45 dias, enquanto 555 mil estão pendentes há mais de 45 dias. Outros 451 mil processos dependem de alguma providência do segurado, como a apresentação de documentos complementares.
Durante a reunião, o diretor de Benefícios do INSS, Leonardo Bittencourt, afirmou que a prioridade da autarquia é reduzir o tempo de espera dos cidadãos. Segundo ele, o Instituto tem concedido, em média, 700 mil benefícios por mês e registrou recorde histórico de 890 mil concessões em março deste ano.
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Quando a polícia chegou ao local, de helicóptero, o avião já estava abandonado.
Nesse nível, os consumidores de energia elétrica continuarão com um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
A medida integra uma apuração que busca esclarecer a existência de um possível vazamento de informações sigilosas relacionadas à investigação conduzida pela Polícia Federal
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