Segundo o delegado, as vítimas tinham relação com a facção criminosas e as mortes foram a mando de organização.
19 de fevereiro de 2025 às 14:05 - Atualizado às 14:18
Mortes de amigas foram transmitidas por videochamada para detento que ordenou o crime Foto: reprodução
As mortes das vítimas Anna Clara Ramos Felipe e Ayla Pereira dos Santos, ambas com 18 anos de idade, foram transmitidas por videochamada para o detento investigado por encomendar o assassinato. A Polícia Civil concluiu o mandado de busca na Penitenciária Central do Estado de Mato Grosso, na última terça-feira, 18 de fevereiro.
No entanto, mais três pessoas foram detidas por suspeitas de envolvimento em crime: uma adolescente de 19 anos, uma mulher e um homem de 34 anos. Eles foram detidos em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver. Os nomes dos presos não vieram a público.
As investigações ainda identificaram mais um suspeito, que está foragido, mas já tem prisão decretada pela justiça.
Segundo o delegado responsável, Igor Sasaki, existia mais de uma pessoa na videochamada acompanhando a tortura e as mortes das vítimas. Segundo as investigações, ainda não é possível afirmar se essas outras pessoas também estão envolvidas no crime ou se estavam na cela do mandante do crime.
"Na videochamada, tinha mais de uma pessoa, mas a gente ainda está realizando diligências para responsabilizar os outros que estavam nessa ligação", detalhou Igor.
Sendo assim, durante as buscas nos presídio, chips e aparelhos celulares foram encontrados na cela do acusado. Sendo Assim, estava no local o celular que o advogado acredita ser o mesmo que o mandante do fez a transmissão do crime.
Ainda segundo Igor, as vítimas tinham relação com a facção criminosa e as mortes foram a mando de organização. Até o momento não se tem informação sobre o motivo das execuções.
O ex-companheiro de Quitéria Cândido, mulher de 32 anos, matou-a a tiros porque não aceitava o fim do relacionamento. O crime ocorreu na terça-feira, 11 de fevereiro, no município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco.
Segundo a Polícia Militar, Quitéria ligou para a corporação momentos antes do crime, alertando que o suspeito tentava matá-la.
Os policiais orientaram que ela permanecesse em casa até a chegada da viatura. No entanto, quando os militares chegaram ao local, o ex-companheiro já havia assassinado a vítima.
Após o crime, o suspeito fugiu para uma área de mata e, até o momento, a polícia não o localizou. Testemunhas relataram que o relacionamento do casal era bastante conturbado e que o ex-companheiro agredia Quitéria com frequência.
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