Flávio teria associado imagens de Lula ao presidente da Venezuela, Maduro, além de mencionar supostos crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras.
Deputado Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes, ministro do STF Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Andressa Anholete/Agência Senado
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a instauração de inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL), por suposta prática de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A decisão foi tomada a partir de representação da Polícia Federal, a pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Moraes autorizou a abertura da investigação e determinou o envio dos autos à PF, que terá prazo de 60 dias para realizar as diligências iniciais.
O caso tem origem em uma publicação feita por Flávio Bolsonaro em 3 de janeiro de 2026, na rede social ''X'' (antigo Twitter). No conteúdo, o senador associou imagens de Lula ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, além de mencionar supostos crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras.
Segundo a Polícia Federal, a postagem foi realizada em ambiente virtual de amplo alcance, acessível a milhares de pessoas, e teria atribuído, de forma pública, fatos criminosos ao presidente da República.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), não compareceu nesta terça-feira, 14 de abril, ao interrogatório marcado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na ação penal que trata do tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.
O depoimento estava previsto para ocorrer por meio de videoconferência, mas o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, não esteve on-line na sala virtual. Por ser réu no processo, Eduardo não é obrigado a prestar depoimento.
Em novembro do ano passado, por unanimidade, o STF aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), no inquérito que apurou a atuação do ex-parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte. Eduardo Bolsonaro, responde pelo crime de coação no curso do processo.
Desde o ano passado, o ex-deputado está nos EUA e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.
Antes de marcar o depoimento, Alexandre de Moraes determinou a notificação do ex-deputado por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular. Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa seja realizada pela Defensoria Pública da União (DPU).
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80% dos casos são diagnosticados em estágios avançados, o que dificulta o tratamento e reduz as chances de cura.
As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário.
O inquérito apura a atuação do ex-parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras
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