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Moraes autoriza PF abrir inquérito contra Flávio Bolsonaro por suposto crime de injúria contra Lula

Flávio teria associado imagens de Lula ao presidente da Venezuela, Maduro, além de mencionar supostos crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. 

Romildo Lacerda

15 de abril de 2026 às 17:06   - Atualizado às 18:54

Deputado Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes, ministro do STF

Deputado Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes, ministro do STF Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Andressa Anholete/Agência Senado

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a instauração de inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL), por suposta prática de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A decisão foi tomada a partir de representação da Polícia Federal, a pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Moraes autorizou a abertura da investigação e determinou o envio dos autos à PF, que terá prazo de 60 dias para realizar as diligências iniciais. 

O caso tem origem em uma publicação feita por Flávio Bolsonaro em 3 de janeiro de 2026, na rede social ''X'' (antigo Twitter). No conteúdo, o senador associou imagens de Lula ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, além de mencionar supostos crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. 

Segundo a Polícia Federal, a postagem foi realizada em ambiente virtual de amplo alcance, acessível a milhares de pessoas, e teria atribuído, de forma pública, fatos criminosos ao presidente da República. 

Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório marcado pelo ministro Alexandre de Moraes no STF

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), não compareceu nesta terça-feira, 14 de abril,  ao interrogatório marcado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na ação penal que trata do tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil. 

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O depoimento estava previsto para ocorrer por meio de videoconferência, mas o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, não esteve on-line na sala virtual. Por ser réu no processo, Eduardo não é obrigado a prestar depoimento.

Em novembro do ano passado, por unanimidade, o STF aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), no inquérito que apurou a atuação do ex-parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte. Eduardo Bolsonaro, responde pelo crime de coação no curso do processo. 

Desde o ano passado, o ex-deputado está nos EUA e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Antes de marcar o depoimento, Alexandre de Moraes determinou a notificação do ex-deputado por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular.  Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa seja realizada pela Defensoria Pública da União (DPU).

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