Aposta de Belo Horizonte fatura sozinha R$ 28 milhões. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Uma aposta feita na capital mineira Belo Horizonte acertou os seis números da Mega-Sena sorteados na noite do último sábado, 7 de dezembro, e faturou o prêmio de R$ 28 milhões do concurso 2805.
O sortudo ou a sortuda fez uma aposta simples, de seis números, que custa R$ 5, e acertou todos os palpites. Os números sorteados foram: 01, 06, 24, 47, 55 e 58.
Com cinco acertos, 60 apostas ganharam R$ 50.629,15. Além disso, 3.839 apostas fizeram quatro acertos que vão render R$ 1.130,40 cada.
O próximo concurso da Mega-Sena terá seu sorteio em 10 de dezembro e a estimativa de prêmio é de R$ 3,5 milhões.
O pecuarista Antonio Lopes, de 74 anos, que ganhou sozinho mais de R$ 201 milhões no sorteio da Mega-Sena em novembro, faleceu nesta quarta-feira, 4 de dezembro, em Cuiabá. Ele sofreu um possível mal súbito enquanto realizava um tratamento odontológico em uma clínica da cidade, conforme informou sua família ao g1.
Antonio, conhecido por sua atuação na compra e venda de gado em fazendas de Mato Grosso, deixa quatro filhos.
O delegado Edison Pick, da Polícia Civil, afirmou que investigações estão sendo conduzidas para apurar as circunstâncias do ocorrido.
“Caso tenha sido um mal súbito não é culpa da clínica. Agora precisamos aguardar o exame de necrópsia e o laudo para esclarecer o que de fato aconteceu”, explicou.
Antonio venceu o concurso 2.795 da Mega-Sena, realizado em São Paulo no dia 9 de novembro, após acertar as seis dezenas com uma aposta simples de R$ 5. Ele retirou o prêmio dois dias depois, em 11 de novembro.
O prêmio de Antonio está entre os 10 maiores da história da Mega-Sena, considerando apenas concursos regulares e não incluindo edições como a Mega da Virada.
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A doença é autoimune, na qual o sistema imunológico passa a atacar as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina.
"A população não pode ser penalizada por aumentos injustificados. É fundamental garantir transparência na formação dos preços e proteger o consumidor", afirmou a vereadora.
"Não dá mais para a gente ver várias mulheres sob medidas protetivas sem medidas protetivas efetivas", disse Fernanda Melchionna, autora do projeto.
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