29 de março de 2024 às 15:55
Uma médica grávida foi agredida por uma paciente em um posto de saúde da rede pública na Asa Norte do Distrito Federal na última quarta-feira, 27 de março.
A agressão ocorreu dentro do consultório da profissional de saúde, quando ela pediu à paciente que mantivesse uma distância entre as duas por conta do protocolo de covid-19. O caso foi registrado na 5ª Delegacia de Polícia como lesão corporal.
Segundo a médica relatou ao Sindicato dos Médicos do Distrito Federal, a paciente, logo que entrou no consultório, pegou uma cadeira e sentou muito próxima da profissional.
A médica, então, teria pedido para que a paciente mantivesse uma certa distância por conta do protocolo de prevenção da covid-19 e também porque ela estava grávida.
Neste momento a paciente teria dado um tapa na médica que gritou por socorro. Outros médicos tiveram que intervir.
"A paciente entrou já estressada no consultório e quando a médica pediu para ela manter uma distância, ela se irritou e começou a agredi-la", relatou o presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho.
"Outros profissionais tiveram que entrar no consultório para tirá-la de cima da médica, que ficou machucada."
A profissional de saúde passou por um exame de corpo de delito e a paciente foi levada para a 5ª DP. Segundo a polícia, a agressora, de 42 anos, já tinha outras passagens por agressão.
"Essa é a realidade do serviço de saúde que o sindicato tem denunciado diariamente: muitos pacientes, que esperam até oito ou doze horas para serem atendidos, poucos profissionais de saúde e nenhum segurança", afirmou Fialh
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O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do próximo ano, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.
80% dos casos são diagnosticados em estágios avançados, o que dificulta o tratamento e reduz as chances de cura.
As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário.
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