Manifestação na Paulista Foto: Tv Globo
Parlamentares e lideranças da oposição convocaram manifestações para o dia 1º de março com pedidos de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.
Os atos foram anunciados em meio à crise institucional relacionada às investigações sobre o Banco Master. A mobilização tem sido divulgada nas redes sociais por lideranças políticas, entre elas o deputado Nikolas Ferreira.
As manifestações estão previstas para ocorrer em ao menos três capitais:
O slogan adotado pelos organizadores é “Acorda Brasil”.
Na quinta-feira (12), parlamentares da oposição protocolaram um novo pedido de impeachment contra Dias Toffoli no Senado. A alegação apresentada é de possível conflito de interesses envolvendo transações financeiras anteriores relacionadas ao Banco Master.
O documento sustenta que haveria interesse do ministro no julgamento de processos ligados ao empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira. O magistrado já deixou a relatoria do caso no STF, que passou a ser conduzido pelo ministro André Mendonça.
Até o momento, não houve decisão sobre a admissibilidade do novo pedido.
O caso Banco Master tem provocado embates entre integrantes do Judiciário, parlamentares e membros do Executivo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou o episódio como uma das maiores fraudes bancárias do país.
O impeachment de ministros do STF é previsto na legislação brasileira, mas nunca foi efetivado. A análise de admissibilidade cabe ao presidente do Senado.
As manifestações convocadas para março ocorrem em um ambiente de tensão política, com críticas de opositores ao governo federal e decisões recentes do Supremo Tribunal Federal. Até o momento, nem o Palácio do Planalto nem os ministros citados comentaram oficialmente a convocação dos atos.
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A maior parte foi formada pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.
Critérios variam de acordo com o cargo. Algumas funções exigem ensino superior completo ou em andamento.
Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, assumiu interinamente o governo.
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