Maria dos Aflitos, mãe e avó das vítimas do arroz envenenado. Foto: Reprodução
Maria dos Aflitos, mãe e avó das vítimas do arroz envenenado em Parnaíba, no Piauí, foi presa temporariamente nesta sexta-feira, 31 de janeiro. Ela é suspeita de envolvimento no crime. Maria é casada com Francisco de Assis Pereira da Costa, que já está preso. Francisco é apontado como o principal suspeito e responsável pelo envenenamento coletivo.
De acordo com informações preliminares, a polícia levou outros familiares para a delegacia. Primeiramente, eles prestaram depoimentos sobre o caso. A Polícia Civil do Piauí informou que divulgará mais detalhes após a conclusão do inquérito.
Vítimas do Envenenamento
Seis das nove pessoas que consumiram o arroz envenenado morreram. As vítimas fatais são:
Investigação do Caso
A Polícia Civil investiga o crime como homicídio. Desse modo, as autoridades tentam entender a motivação do crime e descobrir quem envenenou o arroz.
O envenenamento ocorreu depois que a família consumiu um baião de dois, um prato tradicional nordestino de arroz com feijão, preparado no dia 31 de dezembro.
A princípio, nove pessoas, incluindo Francisco de Assis Pereira da Costa, ingeriram a comida contaminada com terbufós, um inseticida tóxico similar ao chumbinho.
A Polícia Civil de Torres, no Rio Grande do Sul, investiga a morte do ex-marido da mulher responsável por fazer um bolo que teria causado a morte de três pessoas e a internação de duas no dia 24 de dezembro.
Quatro mulheres e uma criança de dez anos procuraram assistência médica no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes depois de comer um bolo no café da tarde da segunda-feira, 23. Duas mulheres morreram ainda na madrugada da terça e uma terceira morreu na noite do mesmo dia. A mulher que preparou o bolo também foi hospitalizada.
O ex-marido da responsável pela preparação do bolo havia morrido em setembro. A Polícia vai pedir a exumação do corpo, de acordo com o delegado titular de Torres, Marcos Veloso. Ele informou que vão investigar a causa da morte do homem.
No caso do bolo, a Polícia apura a possibilidade de intoxicação alimentar ou de envenenamento.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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