Presidente Lula. Foto: Frame de vídeo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, a ideia de um “processo educacional” para orientar a população diante do aumento dos preços dos alimentos. Nesse contexto, ele sugeriu que, portanto, quando os consumidores considerarem os preços abusivos, eles optem por produtos similares, como, por exemplo, uma alternativa para lidar com a situação. (veja o vídeo abaixo)
Além disso, destacou a importância de as pessoas estarem informadas para tomar decisões mais conscientes.
Em entrevista a rádios da Bahia, ele comentou: “Eu não posso comprar aquilo que eu acho que está sendo exagerado o preço. Eu compro amanhã, eu compro outra coisa, eu compro similar”, destacando a necessidade de adaptação dos hábitos de consumo em meio ao cenário de alta dos preços, especialmente durante seu terceiro mandato.7
A Secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto esclareceu que, neste sentido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta-feira, 6, a regulação de plataformas digitais. Além disso, a Secretaria afirmou que a fala do presidente não tem relação com conteúdo jornalístico da imprensa convencional.
Em entrevista a rádios nesta manhã, Lula disse que é preciso regular o que chamou de "imprensa digital" e pediu que o Congresso e o Supremo Tribunal Federal participem do debate.
"Nós precisamos regular essa chamada imprensa digital. Não é possível que numa imprensa escrita, numa televisão normal, o cidadão falou uma bobagem, ele é punido. Tem lei para isso. E no digital, não tem lei. Os caras acham que podem fazer o que quiser, provocar, xingar, incentivar a morte, incentivar a promiscuidade das pessoas. E não tem nada para punir", afirmou, em entrevista às rádios Metrópole e Sociedade, da Bahia, nesta quinta.
Ao Broadcast, a Secom esclareceu que o presidente Lula se referia às plataformas. A secretaria ressaltou que não é a primeira vez que o presidente manifesta preocupação com a atuação das plataformas. Ainda foi destacado que isso não tem relação com conteúdo jornalístico da imprensa regular/convencional.
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Além disso, a empresa também deverá afixar a comunicação em locais de grande circulação de funcionários em seus estabelecimentos. Caso a empresa descumpra a decisão, há multa diária de R$ 500 mil.
Para assegurar que o momento de ir às urnas ocorra com agilidade, conforto e segurança, a legislação brasileira estabelece um conjunto de direitos e preferências.
Os processos seletivos incluem cargos de analista, especialista, consultor, desenvolvedor e jovem aprendiz, entre outras funções. Os requisitos variam conforme a posição pretendida.
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