Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante entrevista coletiva à imprensa. Foto: Ricardo Strucker
Em discurso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado, 29 de março, que a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, continuará fazendo o que ela quiser. O petista foi questionado sobre as críticas da oposição à viagem de Janja a Paris. (Veja vídeo abaixo)
Lula afirmou que a primeira-dama ' não é clandestina' e que o motivo da viagem foi um convite do presidente da França, Emmanuel Macron.
"Primeiro, que a minha mulher não é clandestina. Ela não faz viagem apócrifa. Ela faz viagem porque foi convidada para fazer uma viagem, e não foi pouca coisa. Ela viajou a convite do companheiro Macron para discutir a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza", afirmou.
Veja vídeo:
Nomeada por Lula, Janja discursou como chefe da delegação brasileira na abertura da cúpula Nutrição para o Crescimento (N4G), ocorrida em Paris. Ela recebeu uma deferência do presidente francês, Emmanuel Macron. A primeira-dama já esteve na capital francesa em julho de 2024, para acompanhar a abertura das Olimpíadas e representar o governo brasileiro na cerimônia.
"Fiquei muito orgulhoso quando ela foi lembrada pelo Macron e convidada para falar de um assunto para o qual eu poderia ser convidado. Eu poderia ser convidado por outras pessoas. Ela foi convidada e já fez seu discurso com muita competência. Ela tem trabalhado nesse negócio da Aliança Global contra a Fome desde antes do G20", continuou.
Ainda em resposta a oposição, Lula disse que gostaria que os mesmos lessem o discuso de sua esposa. Além disso, ele também afirmou que 'a mulher do presidente Lula não nasceu para ser dona de casa' e que se depender dele, ela vai estar 'onde quiser'.
"Se eu puder, vou abordar o discurso dela. Eu queria que a oposição lesse o discurso dela para que deixassem de ser ignorantes. É isso, querida. E ela vai continuar fazendo o que gosta. Porque a mulher do presidente Lula não nasceu para ser dona de casa. Ela vai estar onde quiser, vai falar o que quiser e vai andar para onde quiser. É assim que acho que é o papel da mulher", completou.
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