Homem com cachorro. Foto: Freepik
Entrou em vigor em Porto Alegre uma lei que determina que pet shops registrem em vídeo os serviços de banho e tosa realizados nos animais, sempre que houver solicitação por parte do tutor.
A medida busca ampliar a transparência nos atendimentos e reforçar a proteção contra maus-tratos.
A nova legislação municipal foi proposta pelo vereador José Freitas e aprovada pela Câmara Municipal. Segundo o autor do projeto, o objetivo é oferecer mais segurança aos tutores e fortalecer a credibilidade dos estabelecimentos que atuam no setor de cuidados e estética animal.
De acordo com a norma, os estabelecimentos deverão registrar em vídeo todo o procedimento de banho e tosa quando o tutor solicitar.
As imagens deverão ser armazenadas por um período mínimo determinado pela regulamentação, garantindo tempo hábil para que o responsável pelo animal possa solicitar acesso ao conteúdo.
A gravação poderá ser feita por meio de sistemas de monitoramento já existentes nos estabelecimentos, como câmeras de segurança fixas, desde que capturem de forma adequada o atendimento prestado ao animal.
O material deverá estar disponível ao tutor caso ele queira conferir como o serviço foi executado.
A lei prevê penalidades para os pet shops que não cumprirem a exigência. Entre as sanções estão advertências e aplicação de multa, cujo valor pode variar conforme a regulamentação municipal e a reincidência da infração. A fiscalização ficará a cargo dos órgãos competentes da prefeitura.
A expectativa do poder público é que a obrigatoriedade funcione como instrumento de prevenção, desestimulando possíveis condutas inadequadas e aumentando a confiança dos clientes nos serviços oferecidos.
Segundo o vereador José Freitas, a proposta surgiu diante de relatos de tutores que manifestaram preocupação com a forma como seus animais eram tratados durante procedimentos de higiene e tosa.
Para ele, a gravação dos atendimentos representa uma forma de garantir transparência e assegurar que os serviços sejam realizados dentro dos padrões adequados de cuidado e bem-estar.
A iniciativa acompanha uma tendência observada em outras cidades brasileiras, que vêm adotando medidas semelhantes para ampliar a fiscalização e a proteção dos animais domésticos.
Com a nova regra, Porto Alegre passa a integrar esse movimento de reforço à responsabilidade e à segurança no setor pet, cada vez mais presente na rotina das famílias brasileiras.
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O "penduricalho" em questão já é adotado na magistratura e no Ministério Público e aparece nos contracheques do Judiciário com o nome de 'licença-compensatória'.
Segundo a autoridade monetária, trata-se de conglomerado de porte pequeno, enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial.
Segundo a ocorrência, Fábio Paulino Júnior e um comparsa, ainda não identificado, teriam tentado assaltar um casal que trafegava de motocicleta.
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