Primeira-dama do Brasil, Janja. Foto: Claudio Kbene/PR
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, discursou por "um mundo com menos armas e mais alimentos" durante a abertura da Cúpula Nutrição para o Crescimento (N4G) em Paris, na França. A mulher do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é a representante do Brasil na conferência.
"Apenas juntos e juntas seremos capazes de construir um mundo mais justo, solidário e sustentável, que não deixe ninguém para trás. Um mundo com menos armas e mais alimentos", afirmou a primeira-dama.
Durante o discurso, Janja defendeu iniciativas de transferência de renda, como o Bolsa Família.
Após a abertura da cúpula, que ocorreu durante a madrugada no horário de Brasília, Janja seguiu para um almoço oferecido pela primeira-dama francesa, Brigitte Macron. Ao fim da tarde, ela seguiu para um encontro restrito a figuras ilustres e chefes de Estado.
Janja já esteve na capital francesa em julho de 2024, para acompanhar abertura das Olimpíadas. A primeira-dama representou o governo brasileiro na cerimônia, uma prática que, embora comum entre outras nações, contraria a postura adotada por Lula em seus dois primeiros mandatos presidenciais.
Como mostrou o Estadão, Janja não exerce cargo no governo federal, mas conta com uma equipe "informal" que exerce funções de assessoria à primeira-dama e a acompanha em viagens ao exterior.
O time de Janja conta com ao menos 12 pessoas e, desde o início do terceiro mandato de Lula, gastou mais de R$ 1,2 milhão em viagens, entre custos com translado e diárias. Apesar de não possuir cargo formal no governo, ela viaja acompanhada do aparato de segurança oficial do País, formado por policiais e delegados federais.
A Advocacia-Geral da União (AGU) está elaborando um parecer para delimitar a atuação dos cônjuges de presidentes da República.
Metade dos eleitores que conhecem o nome da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, desaprovam sua atuação no governo Lula. A informação é de pesquisa realizada pelo PoderData divulgada na última sexta-feira, 21 de março.
De acordo com o levantamento, dos 83% de eleitores entrevistados que disseram conhecer Janja "bem" ou "conhecer de ouvir falar", 50% desaprovam sua participação no governo do marido, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A participação dela é aprovada por 29%, enquanto 21% não souberam responder. A pesquisa foi realizada com 2.500.
Quando a avaliação é analisada de forma estratificada pelos recortes demográficos de sexo, idade, região, escolaridade, renda e religião, quem mais rejeita a primeira-dama são: eleitores da região Norte (57%), pessoas com mais de 60 anos (53%) e quem tem renda de dois a cinco salários mínimos (53%).
Em comparação com estudo de antes do início do mandato, a imagem dela está mais disseminada no imaginário do brasileiro. Em setembro de 2022, 28% dos entrevistados disseram ao PoderData conhecer "bem" Janja, enquanto 35% conheciam "de ouvir falar" e 37% não conheciam.
Agora, os 83% que a conhecem se dividem entre 46% que dizem conhecê-la "de ouvir falar" e 37% que afirmam conhecê-la "bem". Só 17% declaram não conhecer a primeira-dama.
A pesquisa ouviu 2.500 eleitores por ligação telefônica, entre 15 e 17 de março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
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