Homem forja o próprio sequestro para pagar conta de boate e acaba preso Foto: Reprodução
A situação teve início quando a esposa do homem procurou a Delegacia Seccional de Polícia de Ourinhos para denunciar o sumiço do companheiro.
Segundo o relato, ela passou a receber mensagens e ligações com ameaças, nas quais criminosos exigiam pagamento em dinheiro para libertá-lo, levantando a suspeita de um possível sequestro.
Diante da denúncia, a polícia deu início a uma série de investigações pela cidade. Equipes realizaram buscas em diversos pontos, incluindo estabelecimentos comerciais e casas noturnas, na tentativa de localizar a vítima e identificar os responsáveis pelas ameaças. A mobilização se estendeu por horas, gerando apreensão entre familiares e demandando esforço significativo das forças de segurança.
O desfecho ocorreu quando os agentes encontraram o homem no interior da boate “Sangue Azul”. No local, foi constatado que ele estava em boas condições físicas, sem qualquer sinal de agressão ou indício de sequestro, o que levantou suspeitas sobre a veracidade da história.
Levado à delegacia, o homem admitiu ter inventado toda a situação. Em depoimento, afirmou que havia consumido bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes e, diante das despesas acumuladas no estabelecimento, decidiu simular o próprio sequestro como forma de conseguir dinheiro para quitá-las.
Com a confissão, ele foi autuado em flagrante e deve responder pelos crimes de extorsão e comunicação falsa de crime.
A polícia ressaltou que ações desse tipo comprometem o trabalho das autoridades, além de mobilizar recursos públicos de forma indevida, prejudicando o atendimento de ocorrências reais. O caso segue em investigação.
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A Polícia Civil informou que, até o momento, 44 vítimas foram identificadas, das quais 24 já prestaram depoimento.
O objetivo central da iniciativa brasileira é dar visibilidade estatística a circunstâncias que, até então, costumavam ficar ocultas quando os óbitos eram computados de forma genérica.
Até o dia 16 de outubro, o número acumulado de óbitos em 2026 chegava a 318.945, segundo o Cardiômetro, ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
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