Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) Foto: Ricardo Stuckert/PR e Agência Senado
A nova rodada da pesquisa Futura, divulgada nesta terça-feira, 11 de agosto, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o maior índice de rejeição entre os nomes avaliados para a disputa presidencial de 2026. Segundo o levantamento, 47,1% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de maneira alguma.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece logo atrás, com 45,9% de rejeição. Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, os percentuais dos dois políticos configuram empate técnico.
Na sequência da lista aparece o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), citado por 16,6% dos eleitores como alguém em quem não votariam. O ex-deputado federal Cabo Daciolo (Mobiliza) registra 15,8%, enquanto Renan Santos (Missão), fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), soma 15%.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) tem 13,9% de rejeição. Rui Costa Pimenta, presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO), aparece com 12%.
A vice-presidente nacional da Unidade Popular pelo Socialismo (UP), Samara Martins, é rejeitada por 11,5% dos entrevistados. O escritor Augusto Cury (Avante) registra 9,8%, seguido por Edmilson Costa (PCB), secretário-geral do partido, com 9,5%.
O professor Hertz Dias (PSTU) apresenta o menor percentual entre os candidatos testados, com 9% dos entrevistados afirmando que não votariam nele em nenhuma hipótese.
Além dos percentuais atribuídos individualmente aos candidatos, a pesquisa também mediu a rejeição geral às opções apresentadas. Nesse quesito, 3,1% dos participantes disseram rejeitar todos os nomes da lista. Outros 1,9% afirmaram não rejeitar nenhum candidato.
Já 2,7% não souberam responder ou preferiram não informar sua posição.
O levantamento foi realizado pelo instituto Futura com 2 mil eleitores, entrevistados por telefone entre os dias 3 e 7 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando intervalo de confiança de 95%.
O estudo foi financiado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08109/2026.
Os números refletem as respostas dos entrevistados no período da coleta e representam um retrato das preferências e rejeições naquele momento, não constituindo previsão do resultado das eleições.
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Os percentuais representam a fotografia das intenções de voto no período movimentado que antecedem as eleições
Dos valores já devolvidos, R$ 11,65 bilhões tiveram como destino 38,73 milhões de pessoas físicas, enquanto R$ 4,15 bilhões foram destinados a 4,7 milhões de pessoas jurídicas.
O episódio que levou à investigação aconteceu em 5 de julho. Segundo a Polícia Civil, a criança teria sido agredida pelo pai após não dar "bom dia".
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