Heloísa de Carvalho foi encontrada morta em Atibaia, São Paulo. Foto: Reprodução / Redes Sociais
Heloísa de Carvalho Martin Arribas, filha do escritor e ideólogo Olavo de Carvalho, foi encontrada morta na noite desta quarta-feira (7) em sua residência na cidade de Atibaia (SP), no interior de São Paulo. A causa da morte ainda não foi oficialmente definida, mas elementos encontrados no local estão entre as principais linhas de apuração da Polícia Civil, que investiga o caso.
Segundo o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil, o corpo de Heloísa foi localizado por um amigo por volta das 22h52, que acionou as autoridades. Ela foi encontrada em posição dorsal sobre a cama. Ao redor foram identificados objetos que agora fazem parte das diligências investigativas:
De acordo com informações preliminares, Heloísa havia sido atendida em um hospital no dia anterior com suspeita de intoxicação medicamentosa, mas recebeu alta em seguida. As circunstâncias dessa internação e o conteúdo das substâncias encontradas no local estão sendo analisados pelos peritos para auxiliar na determinação da causa da morte.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que as investigações estão em andamento e que a causa do óbito deverá ser esclarecida após a conclusão de exames toxicológicos e periciais. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou um laudo definitivo nem pronunciamento oficial detalhado sobre o caso.
Especialistas ouvidos por veículos de imprensa alertam que a presença de medicamentos e substâncias, combinada com histórico recente de atendimento médico, pode apontar para intoxicação ou uso indevido, mas a confirmação precisa dependerá dos exames laboratoriais e perícia técnica.
Heloísa de Carvalho era primogênita de Olavo de Carvalho (1947-2022), escritor conhecido por sua influência no pensamento conservador e no bolsonarismo. O relacionamento entre os dois era marcado por fortes desavenças políticas e pessoais.
Após o rompimento com o pai, Heloísa tornou-se crítica das posições defendidas por Olavo e chegou a se filiar a partidos de esquerda. A relação conturbada contribuiu para que ela fosse excluída do testamento do pai após sua morte, em 2022, nos Estados Unidos, onde ele estava hospitalizado e faleceu em janeiro daquele ano.
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A vítima, hoje com 17 anos, relatou que era obrigada a sentar na coxa do homem, sob a justificativa de que fazia parte da prática religiosa.
Boletim médico divulgado na tarde desta última quinta-feira, pela unidade hospitalar, informa que o ex-presidente está sem infecção, mas que precisará ficar em observação
O órgão afirmou que não encontrou no processo elementos que comprovassem "qualquer constrangimento sexual" por parte de Melhem nas relações com as supostas vítimas.
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